quinta-feira, junho 29, 2006
“Japan Pop” : mostra do novo cinema japonês em São Paulo até 16 de Julho
“É, no mínimo, curioso que a mostra Japão Pop comece, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, justamente na semana em que acaba de estrear a crepuscular aventura de samurais dirigida por um dos últimos mestres ainda em atividade no cinema japonês. “O Samurai do Entardecer”, de Yoji Yamada, fornece um contraponto interessante para os filmes do evento que tem curadoria de Rodrigo Sonner e Adriano Vannucci. Sonner é designer gráfico. Ele admite que seu primeiro interesse é visual, mas o parceiro é formado em cinema pela USP. Isso significa que a forma pode ser mais original e inovadora, mas os filmes reunidos em Japão Pop não revelam uma menor preocupação dramatúrgica.
"Japão Pop é o rótulo pelo qual esse novo cinema japonês ganhou projeção internacional", explica Sonner. "É um cinema de ruptura, feito por jovens diretores que querem refletir sobre o seu tempo e as novas concepções de família e sociedade. Mas, do ponto de vista formal, eu não diria que é um cinema feito contra o anterior, dos grandes mestres. Há um diálogo muito forte do Japão Pop com as vertentes anteriores." É o que você poderá confirmar a partir desta quarta-feira e até dia 16 no CCBB. Em Brasília, o mesmo evento será realizado num formato mais reduzido, de 4 a 16 de julho.
Até por interesse profissional, Sonner foi sempre muito ligado ao design japonês, só que não ficou nisso. Começou a pesquisar outras formas de criação e arte do Japão contemporâneo. O cinema foi uma delas e aqui entrou a parceria com o amigo Vannucci. Quanto mais se enfronhavam nas intenções do novo cinema japonês, mais os dois tinham vontade de conhecê-lo. Começaram a pensar numa mostra, mas ela só se viabilizou com a entrada da produtora Carol Ribas. "Foi a Carol quem fez os contatos diretamente com empresas do Japão para que pudéssemos trazer esses títulos."
Se você tem interesse em descobrir o que é o Japão Pop, ligue-se nas datas e não perca programa nenhum. Por exigências contratuais, os filmes não poderão ganhar sessões adicionais, mesmo que a mostra seja o maior sucesso do mundo. Sonner espera que seja. Toda a realidade actual japonesa está representada pelos filmes, que têm personagens, predominantemente, jovens." O pop não significa, necessariamente ligação com o mangá e o animê, tão popularizados em todo o mundo, mas alguns filmes baseiam-se nessas formas de expressão.”
Luiz Carlos Merten
Filmes em exibição: “Ping Pong” (2002) de Fumihiro Masuri , “Electric Dragon 80.000 V” (2004) de Sogo Ishii , "No One´s Ark" (2002) de Nobuhiro Yamashita, "Otakus in Love" (2004) de Matsuo Suzuki , "Hush!" (2001) de Ryosuke Hashiguchi , e “Female”, colectânea com cinco episódios dos directores Masato Ishioka, Naoto Kumazawa, e Ryuichi Hiroki.
Todos os filmes são inéditos, motivo pelo qual um director como Kore-Eda Hirokazu, com filmes que se enquadram no perfil do evento, não integra a programação.
Mais informações em Último Segundo e em Mix Brasil
Vencedor do Pulitzer Japonês fala hoje sobre Segurança na Ásia na Faculdade de Letras de Coimbra
"O jornalista japonês Mikio Haruna vai estar esta tarde na Faculdade de Letras Universidade de Coimbra para uma conferência, sobre “A Segurança na Ásia de Leste”. Reconhecido pelo seu persistente trabalho de investigação sobre as relações escondidas ente o Japão e os Estados Unidos foi o primeiro jornalista nipónico a investigar as actividades clandestinas da CIA.
Vencedor em 1994 do Prémio Internacional Vaughn-Uyeda, o equivalente no Japão ao Prémio Pulitzer, e do Prémio do Clube Nacional de Imprensa do Japão em 2004, Mikio Haruna foi o primeiro jornalista a abordar o tema das actividades clandestinas da CIA em território nipónico, uma área proibida para os media japoneses. Possuindo contactos fortes e persistentes com a comunidade de serviços de informação norte-americanos, é uma das mais autorizadas vozes no mundo sobre a segurança no continente asiático e as suas repercussões em termos globais.
Mikio Haruna é Editor Especial da Kyodo News, da qual foi correspondente, em Washington e Nova Iorque, durante 12 anos. É autor de uma série de 50 artigos sobre as relações escondidas entre Japão e Estados Unidos, que foram publicados em livro como "Secret Files – the CIA's Clandestine Activities in Japan" em 2000. Trabalha para a Kyodo News desde 1969."
Diversos empresários japonesas estarão hoje presentes em acção de promoção do Queijo da Serra, coberta pela estação televisiva japonesa NHK
Os investidores estrangeiros interessados em comercializar o Queijo da Serra da Estrela vão analisar formas de negócio e potenciais mercados para o queijo da serra.
"No Japão o Queijo da Serra da Estrela está na moda e é considerado um produto de luxo”, explica Jorge Patrão, presidente da RTSE. “No Japão, uma vez que se trata de queijo de ovelha, o nosso produto não choca com a numerosa comunidade budista e está a entrar muito bem no mercado. É um produto com muita procura, ao ponto de chegar a ser vendido a mais de 100 euros”, exemplifica.
A acção de hoje “é a primeira verdadeira acção de internacionalização do Queijo da Serra da Estrela de que há memória e deverá garantir a entrada do produto em novas cadeias de distribuição internacionais”, realça aquele responsável.
O encontro com comitivas estrangeiras inclui uma prova de degustação de queijo, que irá ser utilizado em diferentes receitas gastronómicas. A Quinta do Chão da Vinha, onde vai decorrer a iniciativa, é o local onde funciona a Casa Matias, produtora de Queijo da Serra da Estrela há mais de 200 anos, cuja parte da produção anual se destina a mercados externo, entre os quais o Japão."1
1 O Primeiro de Janeiro - 29-06-006domingo, junho 25, 2006
Dinossauros da Lourinhã na "The Gigantic Dinosaur Expo 2006" no Japão, de 15 de Julho a 10 de Setembro (II)
Anteriores exposições de dinossauros no Japão atingiram mais de um milhão de visitantes em apenas dois meses e estima-se que esta exposição, patrocinada pela empresa de multimédia Nikkei, possa atingir valores semelhantes. Esta aderência a exposições e museus mostra o fascínio dos japoneses pelo tema dos dinossauros. Foi recentemente inaugurado no Japão o maior museu de dinossauros do mundo, em Fukui.A exposição, que estará patente de 15 de Julho a 10 de Setembro, conta com mais de 100 espécimes de todo o mundo. Para esta exposição, o Museu da Lourinhã dispensa réplicas e originais de alguns dos melhores fósseis de dinossauros de Portugal sendo alguns destes apresentados ao público pela primeira vez.
O elenco dos fósseis inclui réplicas do esqueleto completo do dinossauro carnívoro português Lourinhanosaurus de 4,5 metros de comprimento e do herbívoro Dacentrurus de 7 metros, uma vértebra de Dinheirosaurus lourinhanensis, um membro anterior de Camarasaurus com quatro metros de altura, e os fósseis originais de plantas e mamíferos do Jurássico superior da Lourinhã, com 150 milhões de anos.
Além disso, o Museu da Lourinhã também coordenou a participação na exposição de um fémur de Lourinhasaurus cedido pelo Museu Geológico e do esqueleto completo do Europasaurus, um dinossauro anão da Alemanha recentemente descrito na revista Nature pelo paleontólogo Octávio Mateus e paleontólogos alemães, sendo exposto ao público pela primeira vez.
Esta colaboração entre Japão e Portugal para a concretização da exposição de dinossauros começou em 2004 num encontro em Denver, nos Estados Unidos, entre museólogos japoneses e o paleontólogo do Museu da Lourinhã e Universidade Nova de Lisboa, Octávio Mateus.
Todas as peças estão seguradas contra todos os riscos e o paleontólogo do museu lourinhanense irá deslocar-se ao Japão para aprofundar as relações institucionais, assegurando as condições de montagem e exposição dos fósseis lusos nesta "The Gigantic Dinosaur Expo 2006”. Esta exposição de dinossauros faz parte da estratégia de abertura e internacionalização do Museu da Lourinhã. No final da exposição, em Setembro, os fósseis regressarão a Portugal onde serão expostos no Museu da Lourinhã."

Fontes:
Texto e imagem superior: Oeste Online - 25-06-006
Imagem infeiror
(Actualização - 12-10-006)
Dinossauros da Lourinhã visitados por meio milhão de japoneses
A neofilia, mania pelo novo, cresce no Japão e divide cientistas...
"Psicólogos da Universidade de Yamagata, a nordeste de Tóquio, asseguram que fatores genéticos, relacionados a uma enzima presente nas mitocôndrias, tornam o indivíduo vulnerável aos novos lançamentos comerciais. Segundo o estudo da universidade japonesa, recentemente publicado pela revista "Psychiatric Genetics", a neofilia afeta principalmente "pessoas muito inteligentes e com alto nível educativo", que às vezes sofrem do mal sem se dar conta e o confundem com uma simples dependência.Na indústria automobilística, além dos carros para consumo de massa, as empresas automobilísticas japonesas oferecem veículos como os lançados este mês por Nissan e Conran & Partners, e que consistem em automóveis com design diferenciado e que, com cores chamadas "chocolate amargo" e "creme irlandês", buscam atrair os "early adapters" endinheirados.
Talvez por ainda desconhecerem a extensão e a profundidade desse mal, muitos importadores locais de produtos europeus como vinhos ou azeite de oliva se queixam da necessidade de renovar constantemente os rótulos ou a forma das garrafas, e citam a obsessão japonesa pelo novo como uma das dificuldades para conquistar esse cobiçado mercado.
As sofisticadas propagandas de televisão, que duram menos de um mês no ar, ou as exposições de arte de três dias nas minigalerias de Tóquio, reforçam a percepção de que, no Japão, a neofilia é epidêmica.
Mas, desde que a teoria japonesa foi publicada, surgiram críticos em campos como a ciência e a publicidade que questionam a justificativa genética para uma conduta mais fácil de ser explicada pelos padrões de consumo capitalistas.
Especialistas em novas tendências como a revista de internet "Media Life" indicam que a neofilia é consumismo "nu e cru", e citam opiniões de cientistas para defender sua posição. Segundo a publicação virtual, o professor de sociologia Colin Campbell, da Universidade de York (Reino Unido), argumenta que "as sociedades pré-modernas desconfiavam da novidade" e que a adoração pelo novo nasceu no início da era industrial, em meados do século XVIII.
A neofilia seria assim uma "conduta de origem econômica", já que a cultura moderna depende de pessoas que demandam coisas novas e com um grande senso de curiosidade. O professor Campbell defende que o amor pela novidade é um dos fundamentos do capitalismo, já que as pessoas estão "predispostas pelo desejo a serem estimuladas por coisas novas".
Fontes:
Texto - Último Segundo - 25-06-006
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sábado, junho 24, 2006
Empresas japonesas recebem estagiários de países da União Europeia, através do programa Vulcanus
"O Centro para a Cooperação Industrial entre a União Europeia e o Japão volta a lançar o programa "Vulcanus", que permite aos estudantes universitários de países da União Europeia estagiar em empresas japonesas.
Segundo a organização, o programa visa permitir que os estudantes europeus estudem a variedade de tecnologias avançadas utilizadas pelas empresas japonesas, que compreendam a língua e a cultura japonesas e que criem uma interacção com executivos e negócios japoneses.
O estágio tem início no próximo mês de Setembro e termina em Agosto de 2007, encontrando-se organizado da seguinte forma: curso sobre cultura japonesa (1 semana), curso de língua japonesa (4 meses) e estágio na empresa acolhedora (8 meses).
Na edição que está a terminar participaram 30 jovens estudantes europeus, colocados em 16 companhias japonesas. As candidaturas para a próxima edição decorrem durante este mês, podendo concorrer todos os estudantes das áreas de Ciências ou Engenharia que sejam cidadãos da União Europeia."
Fontes:
Texto - Educare -24/06/006
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Um caso de um estagiário português no Japão ao abrigo do programa Vulcanus
"Eduardo Oliveira, que actualmente está a fazer um doutoramento em Química na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, foi um dos participantes portugueses na edição de 2003/2004 do "Vulcanus".
Eduardo estagiou na empresa Asahi Glass, em Yokohama, líder de mercado na manufactura de vidros e de filmes poliméricos, utilizados na indústria automóvel, na construção civil e até mesmo nos ecrãs de plasma. Considera a experiência que adquiriu no Japão e no centro de pesquisa e desenvolvimento da Asahi Glass "única", apesar da distância e da solidão que admite ter sentido inicialmente.
"Este estágio permitiu-me aprender muito com os japoneses e ficar com um currículo competitivo para obter a bolsa de doutoramento. Penso que, futuramente, também me vai ajudar na procura de emprego", refere. As dificuldades iniciais com o japonês não ajudaram, mas Eduardo garante que conseguiu aprender a língua ao nível da conversação diária. "
Fonte : Educare - 23-06-006
Dinossauros da Lourinhã na "The Gigantic Dinosaur Expo 2006" no Japão, de 15 de Julho a 10 de Setembro
Texto - Público - 23-06-006
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Empréstimo anual do Japão à China cifrou-se este ano em 515 milhões de euros, destinados à ajuda em projectos de desenvolvimento.
O vice-ministro de Relações Exteriores chinês, Wu Dawei, e o embaixador do Japão na China, Yuji Miyamoto, assinaram o acordo. Analistas esperam que o empréstimo melhore as tensas relações entre os dois países.
O dinheiro, de acordo com a "Xinhua", será usado em 10 projetos de ajuda ao desenvolvimento na China. A prioridade será ajudar setores como a proteção ambiental, o desenvolvimento de recursos humanos e a educação.
De acordo com a imprensa chinesa, os empréstimos do Japão à China registram uma tendência descendente desde 2000. Em 2005 foram 85,9 bilhões de ienes (US$ 769 milhões). O Governo japonês decidiu este mês descongelar a concessão de créditos em ienes à China, suspensa em março. De acordo com a imprensa chinesa, a reabertura dos empréstimos foi decidida numa recente reunião dos ministros de Relações Exteriores dos dois países em Doha (Catar). Um porta-voz da Embaixada japonesa declarou recentemente à Efe que o Japão nunca decidiu "congelar" os empréstimos.
As relações entre China e Japão não passam por seu melhor momento. A prospecção de gás natural em jazidas disputadas pelos dois países no Mar da China Oriental e as pretensões japonsesas de adquirir uma vaga permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas têm sido pontos de atrito."
Fonte : Último Segundo - 23/06/007
quinta-feira, junho 22, 2006
Samsung persiste em chegar a acordo para produzir leitor compatível de Blu-Ray e HD DVD. Inícios de 2007 poderá ser a data de lançamento.
"A Samsung planeja anunciar até o final do ano acordos comerciais que permitam à fabricante comercializar um leitor de DVD compatível com os sistemas Blu-ray e HD-DVD.
Ambos sistemas disputam o incipiente mercado de DVDs de alta definição e leitores de Blu-ray (padrão apoiado pela Sony) e de HD-DVD (padrão apoiado pela Toshiba) podem ler DVDs convencionais, mas não podem rodar discos produzidos no padrão concorrente.
Além da Samsung, a LG também manifestou a intenção de produzir um aparelho universal, que possa rodar ambos tipos de DVD. Um porta-voz da Samsung disse que a empresa já trabalha no desenvolvimento de um leitor universal e espera poder comercializá-lo no início de 2007."
Fontes :
Texto - Info online - 21-06-006
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Competição entre o Blu Ray (Sony) e o HD DVD (Toshiba) agiganta-se.
Luta histórica
"Várias pessoas têm ligado essa nova guerra de formatos à velha contenda nos anos 80, entre as fitas de vídeo VHS e Betamax. Na época a Sony, fabricante da Betamax, perdeu para a rival JVC. A Sony se primou pelas qualidades técnicas, tanto no passado com a Betamax, como hoje com o Blu-ray, mas se a empresa aprendeu sua lição, dessa vez se preocupará também com a receptividade das indústrias.
O Blu-ray chega com o apoio da Samsung, Dell e Apple, enquanto o HD-DVD da Toshiba tem ao seu lado a NEC e a Microsoft, entre outras. No ramo cinematográfico a Disney e a 20th Century Fox abraçam o formato da Sony, enquanto os seguidores do HD-DVD são representados pela Universal Studios. A Warner Bros e a Viacom, dois grandes grupos, irão apoiar ambos os formatos."
Extras de filmes
"Os dois sistemas não são compatíveis entre si, mas ambos podem armazenar grandes quantidades de informação, que é o Santo-Graal das produtoras, pois com isso conseguirão fazer vídeos de alta definição e ter o meio para vendê-los.
A novidade destes novos formatos é a forma que as informações são gravadas nos discos, que usam um laser azul, ao contrário do tradicional laser vermelho. O laser azul tem um menor comprimento de onda do que o laser vermelho, o que permite gerar ´pits´ menores (os furos em Cds e DVDs), o que viabiliza guardar mais informação por polegada quadrada de disco.
Os primeiros discos Blu-ray podem guardar 25GB de informações, mas podem chegar à capacidade de 50GB em discos de dupla camada, enquanto o HD-DVD pode chegar a 30GB, também em discos de dupla camada. Em comparação com os discos de DVD utilizados hoje, que possuem uma só camada de gravação e armazenam 4,7 GB, a melhora será significativa.
Ambos os formatos oferecem uma melhor qualidade de áudio e vídeo, e também irão permitir aos produtores de filmes conseguir colocar muito mais extras em um único disco."
Continuar a ler (Estadão - 22-06-006)...Toshiba lançará o primeiro gravador de HD-DVD em Julho
O RD-A1 é muito parecido com os gravadores digitais já existentes, mas com suporte a conteúdo de alta definição. O aparelho tem um disco interno com capacidade para guardar 1 TB de dados, como programas de TV, e um drive de HD-DVD que permite que clientes armazenem o conteúdo que queiram. O espaço do disco rígido interno é suficiente para cerca de 130 horas de televisão de alta definição e um disco HD-DVD-R com duas camadas poderá guardar cerca de 230 minutos, ou cerca de quatro horas de programação, disse a Toshiba. Discos virgens no formato custarão cerca de 39 dólares no Japão.Entre as funções do RD-A1, destaca-se o suporte à saída de vídeo 1080p, atrativo em falta no primeiro player da Toshiba e apontado pelos defensores do Blu-Ray como uma razão para que o padrão da Sony ganhe a guerra de alta definição. O gravador custará cerca de 3.500 dólares.
Ao lançar o aparelho, a Toshiba não pode alegar que este é o primeiro equipamento para gravação de conteúdo em alta definição. O consórcio do Blu-Ray, apoiado pelas empresas Sony, Panasonic, Sharp e Samsung, colocou a venda gravadores do formato nos mercados japonês e coreano, como um exercício de marketing. Estes aparelhos são baseados nas primeiras gerações da tecnologia Blu-Ray e não podem reproduzir nenhuma das obras que começaram a ser vendidas nesta semana. Os primeiros equipamentos também usam um cartucho de mídia de gerações anteriores, que não poderão ser utilizados nos aparelhos que estarão nas prateleiras dos Estados Unidos e Japão até o fim da semana."
Fontes:
Texo - IGD NOw - 22-06-006
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Ver ainda notícia T3
quarta-feira, junho 21, 2006
Cinemateca Portuguesa projecta “Verão Prematuro” de Yasujiro Ozu, dia 24 de Junho
No dia 24, às 22 horas, na Sala António Pina da Cinemateca Portuguesa é projectado “Verão Prematuro” (Bakushu) de Yasujiro Ozu, produzido em 1951. O filme conta no seu elenco, entre outros, com Chishu Ryu, Setsuko Hara, Ichiro Sugai. A duração é de 120 minutos e será legendado em francês.
“Embora a tradução literal do título seja “O Tempo da Colheita do Trigo”, BAKUSHU costuma ser designado na Europa por “Verão Prematuro”. Trata- se de um dos primeiros filmes da fase final de Ozu, do período da sua grande maturidade, com o seu vocabulário formal característico e o único tema que aborda neste período final: a família japonesa e da sua dissolução. Trata-se também de um dos seus filmes mais complexos e perfeitos, no qual Ozu quis “mostrar o ciclo da vida”, da infância à preparação para a morte.”1
Entretanto já foram projectados estes mês na Cinemateca:
- “Primavera Precoce” (Soshun) de Yasujiro Ozu, 1956 – dia 9
- “Havia um Pai” (Chichi Ariki) de Yasujiro Ozu, 1942 – dia 9
- “O Retrato da Senhora Yuki” (Yuki Fujin Ezu) de Kenji Mizouguchi, 1950 – dia 16
Conto passar a apresentar regularmente (e de modo antecipado) os filmes japoneses que passam em salas portuguesas, quer em projecção regular, quer no âmbito de festivais, ciclos, na Cinemateca, etc.
1 Cinemateca PortuguesaFoto
terça-feira, junho 20, 2006
Sony lança primeiros filmes em Blu-Ray
"Quinto Elemento, Hitch e Exterminador são alguns dos títulos de estreia do Blu-Ray, um dos formatos sucessores do DVD, que acaba de chegar hoje às lojas da especialidade, noticia a PCWorld. Os filmes de estreia neste formato foram lançados pela Sony Pictures Home Entertainment, uma empresa do grupo Sony, que é o principal promotor do Blu-Ray (formato que rivaliza com o HD DVD pela sucessão do DVD).
Nos próximos tempos, a companhia nipónica prevê prosseguir com a aposta no novo formato a um ritmo de quatro filmes por mês. No final de 2006, prevê-se que passem a ser lançados dez filmes em Blu-Ray por mês.
A Sony lembra ainda que não pretende abandonar de súbito o formato de DVD, pelo que deverão manter-se os lançamentos de títulos nos dois formatos (em DVD e em Blu-Ray).
Com o lançamento de filmes em Blu-Ray, a Sony dá o mote para a indústria do cinema e da electrónica e começa a tirar partido do enorme catálogo de filmes que tem à disposição (além de produzir filmes directamente, a Sony é accionista da MGM).
Por outro lado, o lançamento dos primeiros títulos em Blu-Ray eleva a fasquia da concorrência com o HD DVD, que é liderado pela Toshiba. O lançamento dos primeiros filmes em Blu-Ray surge a par do laçamento da Samsung de um leitor para este formato."
Samsung lança 1º Leitor de Blu-Ray no mercado mundial, a par de filmes desse formato da Sony Pictures, sua parceira estratégica.
O primeiro Leitor do formato de alta definição Blu-Ray, junto a filmes compatíveis com o padrão, será lançado dia 20 de Junho, cerca de três meses após o primeiro hardware com filmes do rival HD-DVD ter chegado ao mercado.
"O lançamento no dia 20 de junho do player BD-P1000, da Samsung, e de oito filmes do estúdio Sony Pictures Entertainment confirmarão a entrada do Blu-Ray no mercado de consumo doméstico e iniciará a guerra que deverá escolher apenas um dos formatos de alta definição.
Tanto o Blu-Ray como o HD-DVD são dois novos formatos ópticos que substituirão dos DVDs em filmes de alta resolução. O consórcio responsável pelo Blu-Ray conta com empresas como Sony, Panasonic e Samsung, enquanto as companhias por trás do rival HD-DVD incluem Toshiba, NEC e Intel.
Os primeiros oito filmes no formato Blu-ray incluirão "Como se Fosse a Primeira Vez", "O Quinto Elemento" e "O Exterminador do Futuro". Um nono filme, "Ultravioleta", será lançado simultaneamente com sua versão para DVD, no dia 27 de junho. Obras programadas para julho contam ainda com "Instinto Selvagem 2" e "Coração de Cavaleiro".
O anúncio da Samsung quebra a possibilidade do HD-DVD ainda reinar absoluto por mais três meses no mercado de alta definição, depois que a Sony, principal empresa do consórcio do Blu-Ray, adiou sem alarde o lançamento do seu player BDP-S1 para o meio de agosto.
Para consumidores procurando por um player de alta definição, um dos fatores mais decisivos para a escolha entre Blu-Ray e HD-DVD pode ser o número de filmes disponíveis para cada um deles. Atualmente, os grandes estúdios de Hollywood estão apoiando apenas um entre os dois formatos, o que indica que o mesmo filme não será fabricado em ambos os formatos.
Outro fator determinante será o preço. O tocador HD-XA1, da Toshiba, pode ser comprado por cerca de 500 dólares, enquanto o aparelho da Samsung que será lançado na próxima semana está listado no site de e-commerce Amazon.com por 1.000 dólares. Filmes em ambos os formatos custarão cerca de 20 dólares.
Alguns analistas da indústria esperam que o duelo de formatos cause um esfriamento no mercado, com os usuários esperando que o formato mais forte, assim como a guerra entre VHS e Betamax nos anos 80, seja escolhido para comprarem seu tocador.
Outra possibilidade é o chamado "Ultra Multi Drive", que pode reproduzir os dois formatos. Diversas companhias estão trabalhando em tais drives, que deverão chegar ao mercado até o final do ano ou em 2007. Se isto acontecer e tais aparelhos se popularizarem, usuários poderão comprar o equipamento sem se preocupar com os filmes disponíveis para o formato."
Fontes:
Texto - IDG Now - 16-06-006
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COMPARAR FORMATOS : CD - DVD- HD DVD - BLU RAY
segunda-feira, junho 19, 2006
Blu-Ray vs HD-DVD
"Após dez anos de reinado absoluto entre os suportes de gravação, o DVD está condenado a desaparecer: as exigências da alta definição e a aparição de novos formatos com maior capacidade de armazenamento e melhores prestações, acabaram por assinar a sua sentença de morte. Tal como aconteceu nos anos 80 com a batalha comercial que opôs a VHS à Betamax no terreno do vídeo doméstico, a história repete-se e, para desgraça de distribuidores e consumidores, a indústria está dividida entre duas tecnologias incompatíveis entre si.Neste momento, os adversários são, por um lado, o Blu-ray, apresentado pela Sony e avalizado por gigantes da informática como a HP ou a Dell e, por outro, o HD-DVD, um formato concebido pela Toshiba, que também ostenta apoios valiosos, como o da Microsoft, da Intel ou das 240 empresas e organizações que integram o DVD Fórum. Apesar das muitas reuniões e negociações que se realizaram nos últimos três anos, a mais recente das quais celebrada no passado mês de Agosto, as partes não foram capazes de chegar a acordo. Aparentemente, ninguém está disposto a renunciar a um mercado que, segundo a consultora InStat, só em 2005 terá movimentado 30.000 milhões de euros. “Acreditamos que será o consumidor a tomar a decisão final, depois de vistas e analisadas as vantagens e inconvenientes de cada formato”, nas palavras conciliadoras de alguns especialistas reconhecidos do mercado.
Geração azul.
É inquestionável que ambos os formatos melhoram substancialmente as prestações do tradicional DVD. Em primeiro lugar, podem gravar até cinco vezes mais informação: o HD-DVD de uma camada oferece 15 GB e se tiver duas camadas proporciona 30 GB, e o Blu-ray 25 e 50 GB, respectivamente. Capacidades que estão a anos-luz dos escassos 4,7 e 9,4 GB do já antigo DVD. Além disso, melhorou-se a taxa de transferência de dados, que alcança 36,5 Mbps no HD-DVD e chega até aos 54 Mbps com o Blu-ray, ao passo que o DVD não oferecia mais que 11; e ambos são compatíveis com os codecs MPEG2, MPEG4, AVC e o formato de vídeo da Microsoft, o WindowsMedia 9 (VC-1).
O aumento da capacidade e a compatibilidade com avançados padrões de compressão, servem não só para armazenar filmes gigantescos (imaginam a saga completa de “O Padrinho” num único disco?), mas também para aumentar a qualidade da imagem. Na verdade, outra das vantagens dos novos suportes é a sua capacidade de reproduzir as 1.080 linhas verticais características da televisão de alta definição, perante as escassas 500 do disco óptico tradicional. A explicação para tanta capacidade é simples: enquanto que a gravação de informação nos CDs e DVDs convencionais é feita através de um laser vermelho, nos novos formatos utiliza-se o célebre laser azul (daí o nome de Blu-ray).
O facto de possuir uma menor longitude de onda torna-o mais preciso permitindo-lhe, portanto, ler mais marcas e gravar uma quantidade maior de dados. No entanto, embora a base tecnológica seja a mesma, cada padrão exige codificações e leitores diferentes.
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quinta-feira, junho 15, 2006
3º Encontro Nacional de Carros Japoneses Antigos, do AJA - Águeda, 24 e 25 de Junho
Depois de em 2004 ter decorrido na Figueira da Foz e o ano passado em Anadia, o regresso à região de Aveiro, desta vez à cidade de Águeda, manterá o formato de dois dias. Um passeio no sábado e o domingo reservado á exposição estática das viaturas e convívio são as propostas do AJA.
Este encontro destina-se a viaturas japonesas antigas que mantenham a sua originalidade estética. Sejam elas comerciais, ligeiros ou motos. Não se destina a carros alterados ou modificados a gosto do proprietário. Excepto viaturas de competição/regularidade histórica consideradas pelo AJA.
Para domingo, consideram-se todos os veículos anteriores a 1984 em bom estado de conservação e a desportivos, que mantenham a sua traça original, com início de produção na década de 80. Exemplos: Corolla GT, GTi, Honda Prelude etc.
Para sábado, não há limite de idade para carros japoneses, sendo mais uma oportunidade para aqueles que ainda não possuem um japonês antigo participarem num evento lado a lado com os japoneses antigos. Neste dia estarão presentes viaturas não japonesas com mais de 25 anos e viaturas de clubes convidados.
Passeio de Regularidade
Passeio em road book pelo concelho de Águeda e região do Luso e Caramulo, com almoço incluído. Durante a manhã, o percurso terá cerca de 53km e á tarde cerca de 90km, num total de 143km. Este passeio tem uma componente essencialmente paisagística e será feito quase totalmente em estradas de serra. Haverá uma etapa surpresa, de carácter cultural, que irá por à prova o trio condutor, navegador e carro.
O valor de inscrição para o passeio de sábado é de 40 euros e inclui a inscrição (2 pessoas + veículo), road book e decoração da viatura, bem como pequeno-almoço e almoço para ambos os participantes. A abertura do secretariado será às 9:30h e o início por volta das 10:30h. O encontro está marcado para a Escola Marques de Castilho em Águeda. A inscrição neste dia (sábado) é independente da inscrição de domingo.
O Encontro Nacional, será composto pela habitual concentração estática das viaturas e confraternização dos seus membros durante a manhã no parque de estacionamento do Mercado Municipal de Águeda. Durante a manhã realiza-se um slalom em regularidade onde se poderá ver as viaturas em acção e a coordenação condutor/navegador, e possivelmente um desfile pelas ruas de Águeda.
O valor da inscrição para este dia é de 20 euros, inclui entrada no recinto, almoço e placa comemorativa. A entrada no recinto é restrita e implica o cumprimento com os requisitos em termos de apresentação/conservação das viaturas e validade da inscrição. Este evento implica inscrição obrigatória.
Mais informações sobre o Encontro
O "Toyotismo" que priveligia o grupo, a União!
"Nos últimos anos, Jack Welch tem sido repetidamente apontado como o guru com quem melhor se pode aprender a arte da gestão. O seu trabalho à frente da GE justifica a atenção. Existem outros exemplos, todavia, com que se pode aprender diferentes lições. Um dos mais interessantes é certamente o da Toyota. A empresa japonesa tem tido um sucesso assinalável e continuado a nível internacional. Ainda recentemente o Wall Street Journal publicava uma reportagem de duas páginas sobre a abertura de uma nova fábrica em San Antonio, Texas, a apenas 450 quilómetros da fábrica de Arlington da GM. A batalha pelo mercado leva os nipónicos para o coração do Texas, onde vão fabricar a nova geração de pick-ups Tundra.
"Uma das lições mais interessantes do sucesso da Toyota refere-se ao facto de a empresa ter sido capaz de transplantar a sua cultura de kaizen, melhoria contínua, para os locais onde actua. O sucesso da Toyota assentou numa filosofia de gestão que tinha como faceta mais visível um novo sistema de produção, conhecido como lean production. As origens remotas do toyotismo podem ser remetidas para a reconstrução japonesa no pós-guerra. Nos anos 1950, Sakichi Toyoda visitou uma fábrica da Ford em Detroit. Esta visita permitiu ao Executivo japonês admirar as realizações do fordismo, mas também lhe permitiu identificar o que teria de ser feito de modo distinto no Japão.
O novo sistema de produção assentou num conjunto de inovações que resultaram num novo modelo produtivo, entretanto exportado para outros sectores de actividade, incluindo o hospitalar:
- Introdução de tecnologias flexíveis que pudessem ser rapidamente reconfiguradas para produzir diferentes tipos de modelos.
- Sistema just-in-time, nos termos do qual se produziam apenas as unidades necessárias na quantidade justa no momento necessário. Graças à intensa cooperação com os fornecedores, os componentes chegavam quando eram precisos, sem necessidade de serem armazenados.
- Aplicação do princípio jikoda, que consiste no desenho de máquinas incorporando sistemas de detecção de defeitos. Deste modo, detectado um defeito, a produção pára.
- O sistema de incentivos assentava na senioridade e no lucro da empresa. Como tal, os empregados tinham vantagem em ajudar a empresa a obter lucro e a nela permanecer numa perspectiva de longo prazo.
- Este sistema colectivista era reforçado pela organização do trabalho com base em equipas auto-geridas. A cooperação entre colegas era incentivada, em vez da competição pela busca do bónus individual. O trabalho em equipa incluía a participação em círculos da qualidade - equipas com operários e especialistas, orientadas para a detecção de oportunidades de melhoria da qualidade.
Fonte : Diário de Noticías - 13-06-2006
terça-feira, junho 13, 2006
Opiniões na Imprensa sobre o concerto de Ruychi Sakamoto a e Alva Noto na Casa da Música, em 11 de Junho (II)
José Miguel Gaspar
Jornal de Notícias - 13-06-006
Meditação 'high-tech'
"A retribuição terá chegado no fim, mas só para os duradoiros 90 minutos depois do início do concerto, ao terceiro bondoso encore, após igual número de vénias, e já depois de muitos terem desistido da sala, o japonês Ryuichi Sakamoto dedilhou aquilo que todos quereriam ouvir - o sulfuroso rabeio exótico pop de "Merry Christmas Mr. Lawrence". Foi só um harpejo, leve e fino, os dedos quase que não tocaram o ébano e o marfim, mas foi quanto bastou: estavam ali os cinco célebres acordes compostos para o drama dissimulado de safismo de Nagisa Oshima, filme de 1983 em que o compositor/actor queria dar o corpo a David Bowie, mas acabava a torturá-lo.
Até ali foi um serão finíssimo para a aromática assembleia que esgotou a Casa da Música e que não sabia, maioritariamente, ao que ia, sabendo só que o programa era Sakamoto e o seu piano acústico, imaginando que ouviria o Grammy e o Oscar da banda sonora de "O último imperador", de Bertolucci.
Mas o programa trazia também Alva Noto, artista cujo trabalho envolve não só música e electrónica, mas também imagens. (Noto já fez exibições no Guggenheim e no MoMA e na Bienal de Veneza; já venceu prémios no prestigiante Ars Electrónica Golden Nica, em 2000 e 2001.) E para isso a plateia não estaria preparada - para um concerto de conceito multimédia em que a música é aliada ao hipnotismo visual, conseguido através de representações gráficas do som, com riscos, raias, esferas e quadrilongos que surgiam em tempo real, coloridos, numa tela hiper-panorâmica. O efeito visual é estupendo pela fantasia minimalista, mas a música traz a melodia só esboçada.
A sinergia de Sakamoto e Noto começou em 2003 e já desembuçou dois discos "Vrioon" e "Insen". No primeiro, considerado o álbum do ano para a "The Wire", os sublinhados digitais de Noto funcionam como contraponto aos acordes de piano acústico de Sakamoto; no segundo, agora mesmo editado, o engenheiro/artista plástico trabalha directamente com os sons do piano, desmontando as gravações do compositor japonês como que com um afilado bisturi de laser. A operação transforma tudo em micro 'loops', agarrando nos átomos de som para criar uma nova tapeçaria em que o ritmo e as sequências harmónicas se intrometem na pele do piano; as linhas básicas da composição permanecem intangíveis, mas a melodia foi comprimida, fica a pairar e tem que ser adivinhada.
Terá sido isso, e essa complexidade, que desagradou aos muitos que foram deixando a sala, entregando a recompensa à maioria que permaneceu naquela meditação de alta tecnologia, em que o mudo e quase quedo Sakamoto se enfiava na penumbra do círculo de luz do balcão metálico de Alva Noto, colocado noutro canto do palco a manipular som e imagens em dois 'laptops'.
O espectáculo repete hoje no Coliseu de Lisboa; no dia 15 a dupla apresenta-se no festival Sónar, em Barcelona."
Opiniões na Imprensa sobre o concerto de Ruychi Sakamoto a e Alva Noto na Casa da Música, em 11 de Junho (I)
Joana Brandão
O Primeiro de Janeiro - 13-06-006
O pianista e compositor japonês Ryuichi Sakamoto estreou-se na Casa da Música com Alva Noto (nome artístico do alemão Carsten Nicolai) e a lotação da sala Guilhermina Suggia esgotou-se rapidamente. Uma horas depois de Portugal ter vencido o primeiro jogo do Mundial contra Angola, os portuenses dirigiram-se à Casa da Música para conhecerem o Insen Project.
Ponto de partida da digressão mundial da dupla, este concerto surpreendeu os presentes que, a valer pelas reacções, não sabiam o que iam ver e ouvir. Os mais velhos deixaram-se induzir pelo nome de Ryuichi Sakamoto no cartaz, menosprezando o de Alva Noto que, aqui, faz toda a diferença. Já os mais novos, adeptos de novas sonoridades e experimentalismos aderiram e aplaudiram de pé o cruzamento musical entre os músicos, pioneiros em cada área.
Sem dirigir uma única palavra ao público presente, a dupla esteve em palco pouco mais de uma hora com direito a dois encores, mesmo que curtos. Ocupando as extremidades do palco, com uma tela rectangular a reproduzir as batidas de Alva Noto com luz, o músico manipulou directamente os sons do piano acústico do multi-instrumentalista Sakamoto. Envolto em incenso, que percorreu a sala, o pianista demonstrou versatilidade. Dois anos depois de «Vrioon», um projecto que tomou forma quando Alva Noto conheceu Sakamoto numa digressão pelo Japão, os músicos resolveram repetir a experiência com o Insen Project."
segunda-feira, junho 12, 2006
Concerto de Ryuichi Sakamoto e Alva Noto, na Casa da Música, Porto, 11 de Junho de 2006. Apresentação de "Insen Project".
Ryuichi Sakamoto e Alva Noto (Carsten Nicolai) escolheram para início da sua segunda digressão mundial, relativa à apresentção em concerto de “Insen project", a Casa da Música, no Porto.O regresso desta dupla a palcos portuenses, neste caso na admirável sala Guilhermina Suggia, foi muito bem acolhido, desde logo evidenciado pelo facto de uma semana antes todos os lugares disponíveis nesta sala (cerca de 1200) terem esgotado.
O jogo de Mundial de futebol entre Portugal e Brasil induziu que na noite de ontem os primeiros acordes apenas soassem alguns minutos depois das 23 horas, induzindo em instantâneo um silêncio total do público em sinal de reverência, e que naturalmente se prolongou ao longo concerto, apenas quebrado pelo efusivo bater de palmas no intervalo das 9 composições (incluindo os dois encores).
O dinâmico diálogo musical entre Sakamoto e Noto, corporalizado na paleta de espectros visuais da tela (LCD) de fundo, revelou-se sempre um intenso tonificante para o espírito e intelecção do público presente. Porventura ainda mais quando nos encontramos num lugar privilegiado da sala (no nosso caso, na quarta fila, ao centro). A escolha dos acordes de "Merry Christmas Mr. Lawrence" para o remake final foi muito apreciado pela audiência.
Um aspecto interessante era a média de idades do público. Arriscaria dizer que se situava pouco acima dos 30 anos, o que é sempre de destacar para um músico, como Sakamoto, com 54 anos de idade e perto de 30 de carreira. Outra nota é que o concerto fez parte das primeiras gravações para o novo DVD de Sakamoto.
A próxima actuação de Sakamoto e Noto será amanhã, dia 13 de Junho, no Coliseu dos Recreios.
“Insen Project” - Ryuichi Sakamoto e Alva Noto.
Texto alusivo a “Insen Project” de Ryuichi Sakamoto e Alva Noto, que consta do folheto do concerto da Casa da Música, dia 11 de Junho 2006.
Nas suas carreiras ambos os artistas continuam a cruzar formas tradicionais de expressão artística com os limites da música. A partir do final da década 70 Sakamoto aperfeiçoou uma linguagem musical na qual o romantismo do ocidente foi misturado com influências de música clássica asiática e outras texturas globais. «quero derrubar os muros ou fronteiras entre géneros, categorias ou culturas. Em vez de construir muros ou fronteiras estou sempre a tentar combinar coisas diferentes,» afirma. O trabalho de Sakamoto explorou uma grande escala de estilos e formas: o trio techno-pop Yellow Magic Orchestra, bandas sonoras para filmes e peças de piano solo para a ópera multimédia Life, que estreou em 1999 no Japão. As imagens de Nicolai agarram através da elegância, simplicidade e tecnicismo cool. O trabalho do produtor alemão encontra-se nos limites da música e da prática da arte visual, usando a metodologia de um cientista. Os trabalhos audiovisuais exploram o processo generativo da natureza e das experiências com luz, som, espaço e tempo. No trabalho criativo a maneira do artista se aproximar, lembra um precisa experiência de laboratório, ainda que os trabalhos apelem directamente aos sentidos, mas também ao intelecto.
A actual colaboração dos dois artistas é um diálogo contínuo entre piano e electrónica. Os álbuns Vrioon (2003) e Insen (2005) – aclamados pela crítica – e os espectáculos ao vivo, foram saudados pela importância central que têm para uma nova e vital direcção da música electrónica – é parte de um processo de reanimação e investigação que combina efeitos digitais com tentativas de destilar a herança do modernismo musical. Ao mesmo tempo o duo apresenta uma pesquisa altamente equilibrada na subtileza e refinamento do piano.
Explorando o temperamento inerente do piano, Nicolai e Sakamoto desempenham uma espécie de dissecação delicada da tonalidade do instrumento, enquanto o real-time processing de Nicolai gentilmente intervêm, unindo-se com o cromatismo refinado de Sakamoto, lembrando Eric Satie e o impressionismo francês.
Insen, como também Vrioon (do selo alemão Raster-Noton), a primeira colaboração do duo, é um conjunto de igualdade estrita. Vrioon foi gravada pelos artistas separadamente, sendo o resultado de quase dois anos de intercâmbio e criação musical. Na gravação da Insen, Nicolai trabalhou directamente com os sons de Sakamoto, desmontando-os em loops, usando micro-editing. Comprimindo ritmos rolantes com contrapontos melódicos e colocando-os em baixo das faixas do piano, o duo tentou de criar “uma nova base para a forma”. Ainda que Insen parece uma experiência complexa, as linhas claras do piano permanecem intactos. A versão gravada foi o resultado de alguns meses de pós produção delicada de Nicolai enquanto vivia na Vila Aurora do escritor alemão Lion Feuchtwanger, hoje uma fundação de arte em Los Angeles. Para Nicolai a gravação é “uma espécie de diálogo com pessoas que estão muito longe”. Os temas e os títulos referem-se directamente à estadia na Vila Aurora, aos tempos do dia, a atmosfera e aos eventos que ocorreram durante essa estadia. Até as cores do álbum contém associações com as emoções e a atmosfera do lugar. Somente a música “Berlim” foi gravado pelos dois artistas, em conjunto, no estúdio de Nicolai em Berlim.
O que torna o minimalismo meditativo de Insen tão irresistível é a articulação de opostos - digital contra acústico, a mistura de acordes deslumbrantes com o pulso electrónico inorgânico – e a final dissolução de impulsos discordantes."
sábado, junho 10, 2006
1ª Licenciatura em Portugal de “Estudos Orientais” (China e Japão) estreia-se em 2006/2007 na Universidade do Minho.
O Centro de Línguas e Culturas Orientais da Universidade do Minho inicia este ano, de modo efectivo, a Licenciatura
No que respeita à nova licenciatura, esta foi aprovada oficialmente em 17 de Fevereiro de
O curso estrutura-se em três anos de formação em Portugal e de um ano de estágio na China ou no Japão, conforme a orientação opcional do aluno. Adoptou-se um modelo específico de ensino-aprendizagem, de modo que os alunos alcancem os três objectivos principais da Licenciatura: competência linguística, capacidade comunicacional e sensibilidade cultural.
Como é referido no website do curso :
“A Licenciatura
O Curso de LEO propõe uma abordagem funcional ao ensino e aprendizagem da língua, preparando os estudantes para uma variedade de papéis comunicacionais a que poderão/deverão ser chamados a desempenhar na sua nova língua. O Curso de LEO consta de duas vertentes fundamentais, uma Major, Chinês, e outra Minor, Japonês. Durante os três anos de actividade curricular não se prevê qualquer vertente de especialização. Não obstante e recorrentemente da própria estrutura curricular do Curso, vertente chinesa é maioritária. Já em período de Estágio (e/ou aprofundamento das suas competências linguísticas e comunicacionais), o estudante poderá escolher como país de acolhimento o Japão e enveredar por uma especialização no Japonês.”
No que concerne ao Japão as profusas relações (de longa data) entre Portugal e esta nação, bem como o peso das relações entre o Brasil e Japão, com grandes comunidades emigradas quer num país quer noutro, acrescem importância e influência nestes estudos, com maior enfoque nas Línguas e Cultura.
Consultar ainda:
Currículo do Curso
Corpo Docente
Proposta de Reestruturação da Licenciatura em Estudos Orientais
Aprender japonês em Portugal - Aprender português no Japão.
No que concerne aos estudos sobre o Japão e a Língua Japonesa funcionam anualmente diversos cursos de aprendizagem desta Língua e cultura, em diversas instituições:
- Embaixada do Japão em Portugal
- Faculdade de Letras do Univ. do Porto,
- Dept. de Línguas e Culturas da Univ. de Aveiro,
- Faculdade de Letras do Univ. de Lisboa,
- Instituto Oriental da Univ. Nova de Lisboa,
- Faculdade de Letras do Univ. de Coimbra,
- Instituto de Estudos Orientais da Universidade Católica Portuguesa,
- Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) - Lisboa,
- Instituto Superior das Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) - Lisboa,
- Centro de Estudos Orientais em Almada,
- Fundação MOA Portugal,
- ...
A título de curiosidade na Universidade Portucalense também funcionou durante muitos anos um Centro de Estudos Japoneses.
No que respeita ao ensino da Língua Portuguesa no Japão, destacam-se na actualidade doze Universidades japonesas onde a Língua de Camões é ensinada. Existe uma tradição de colaboração estreita entre estas Universidades nipónicas e o Instituto Português do Oriente (IPOR) que representa o Instituto Camões na Ásia Oriental. O Centro Cultural Português (ICA/POR) do IPOR, situado junto da embaixada de Portugal em Tóquio, organiza periodicamente, e de há vários anos a esta parte, múltiplas actividades (artísticas, de formação científica e académica, de acompanhamento pedagógico, de divulgação de traduções e tradutores, de atribuição de bolsas de estudo em Macau e Portugal ou doação de materiais, concursos) dirigidas sobretudo a prestigiadas instituições universitárias (como as Universidades de Línguas Estrangeiras de Kyoto, Tóquio, Osaka, ou Sophia). Um exemplo é o concurso nacional de eloquência em português, de âmbito nacional, que tem lugar anualmente na Universidade de Kyoto, onde a formação (em parceria com a Faculdade de Letras de Lisboa)
Concurso de Ensaio para uma Visita de Estudo ao Japão

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Governo do Japão promove este ano, pela 28ª vez a nível europeu, um Concurso de Ensaios para uma Visita de Estudo ao Japão, durante 2 semanas, com o objectivo de oferecer a 60 jovens europeus uma oportunidade de conhecer o Japão, de forma a poderem, no futuro, desenvolver as prósperas relações entre o Japão e os países europeus.
Este ano o tema dos ensaio é "Japão e Portugal - Actuais e Futuras Relações", devendo este ser escrito, individualmente, em Português ou Inglês (os candidatos seleccionados deverão, na fase final, escrever o seu ensaio na língua inglesa). A extensão do ensaio é de 1 página - formato A4 (Word). Os candidatos deverão ter, a par de outros requisitos, entre os 18 e os 35 anos de idade no dia 14 de Julho de 2006 e possuir um bom domínio da língua inglesa. O prazo de apresentação do ensaio é até ao dia 14 de Julho de 2006, na Embaixada do Japão em Portugal.
Antes da decisão final que terá lugar no Japão, a Embaixada do Japão em Lisboa fará aos candidatos pré-seleccionados uma entrevista pessoal em inglês e
A Visita de Estudo ao Japão incluirá visitas a várias organizações políticas, económicas e culturais, de cariz tradicional e, ou contemporâneo; encontro e intercâmbio de opiniões com jovens japoneses; estadia (em casa de famílias japonesas, como forma de convívio e intercâmbio) As visitas decorrerão no próximo mês de Outubro ou Novembro, com a duração de 2 semanas. O Governo do Japão suporta todos custos das viagens excepto os jantares e despesas privadas.
segunda-feira, junho 05, 2006
Ryuichi Sakamoto e Alva Noto apresentam "Insen Project" na Casa da Música e Coliseu dos Recreios, em 11 e 13 de Junho respectivamente.
O pianista e compositor japonês Ryuichi Sakamoto e o ícone da nova música electrónica Alva Noto, apresentam, no dia 11, pelas 23 horas, na sala Guilhermina Suggia da Casa da Música, no Porto, o "Insen project". Dois dias depois, segue-se um espectáculo no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. São duas oportunidades únicas para se assistir aos concertos que marcam o início da segunda digressão mundial, após o lançamento do projecto, em Outubro do ano passado.Em "Insen", os espectadores podem ver um espectáculo, assente em pura tensão, entre o piano acústico do multi-instrumentalista Sakamoto e a música electrónica de Alva Noto.
O concerto que marca o regresso da dupla a Portugal e fará parte das primeiras gravações para o novo DVD de Sakamoto, coloca Alva Noto a trabalhar directamente os sons do piano, manipulando-os.
A colaboração entre estes dois músicos começou com "Vrioon", um projecto que tomou forma quando Alva Noto (nome artístico do alemão Carsten Nicolai) conehceu Sakamoto numa tourneé que fez pelo Japão. Um ano depois, Alva Noto foi convidado a remisturar e criar som a partir de peças que Sakamoto lhe forneceu. O êxito do projecto, que teve a duração de quase dois anos, levou-os a repetir a fórmula com "Insen project".
Fonte do texto e foto : Jornal de Notícias -02-06-006
Matsumi Suzuki, investigador nipónico, recriou a voz da Mona Lisa de Leonardo Da Vinci
A partir da famosa pintura de Leonardo Da Vinci, Matsumi Suzuki, investigador nipónico, garante ter conseguido recriar a voz da modelo que posou para o pintor há quatro séculos. “Eu sou a Mona Lisa. A minha verdadeira identidade está envolta em mistério”, dir-lhe-á o quadro com uma voz que, segundo o seu criador, é a recriação 90% fiel do tom original. Para tal, depois de medir o rosto e mãos da modelo, Suzuki estimou a sua altura e molde do crânio. A partir deste processo, diz, “pudemos criar uma voz semelhante à da pessoa em questão”.
Verdade ou burla, certo é que jamais se poderá comprová-lo...
Fonte da Foto e Texto : Correio da Manhã - 01-06-2006
Gravuras que retratam o quotidiano japonês no fim do século XIX expostas na Galeria Municipal de Almada até 31 de Julho.
Mais de uma centena de gravuras que retratam o quotidiano japonês no fim do século XIX vão estar expostas a partir de quinta-feira na Galeria Municipal de Almada.A mostra "O Armário Milagroso - Visões do Japão no final do século XIX através da gravura japonesa" reúne 103 obras de uma colecção particular, que reproduzem máscaras e vestuário de teatro, retratos de homens e mulheres, paisagens naturais em diferentes estações do ano. Entre os retratos contam-se os do homem guerreiro e os de mulheres em casas de férias, em passeios ou na tradicional cerimónia do chá.
Ana Isabel Ribeiro, directora da Casa da Cerca - Centro de Arte Contemporânea de Almada ao qual está agregada a Galeria Municipal, disse à Lusa que "cada gravura em si conta uma história" do Japão daquele período. A "autenticidade" dos trabalhos e as "cores intensas ou suaves" das figuras são, na sua opinião, motivos também de interesse.
A elaboração das gravuras japonesas pressupunha que um editor encomendasse os trabalhos a um artista que executava os desenhos, posteriormente reproduzidos, em várias cores, por um artesão gravador em blocos de madeira de cerejeira ou salgueiro. Os desenhos eram depois impressos, por um outro artífice, em papel humedecido sobre os blocos de madeira.
Esta arte milenar remonta aos séculos VIII e IX, tendo-se desenvolvido no Japão a partir do século XVII. No fim do século XIX entrou praticamente em declínio, ao ser substituída por outras técnicas de impressão e pela fotografia.
Fontes:
Texto - Distrito Online - 26-05-06
Imagem
Biombos de Nambam, do Japão, com visita guiada no Museu Nacional de Arte Antiga.
A entrada no museu será gratuita e far-se-á pela porta principal, junto ao Jardim 9 de Abril. Do cortejo de portugueses pintados num dos biombos destacam-se o capitão-mor da nau, resguardado por um guarda-sol, e os ricos mercadores com as suas sumptuosas vestes e adornos de ouro.
Esta é a a quinta visita de uma série de 10 que o MNAA decidiu organizar, todas as últimas quartas-feiras do mês, "com a finalidade de permitir aos diversos públicos uma visão imediata da importância histórica e da diversidade tipológica dos tesouros artísticos em exposição, de que se destaca um conjunto de 10 obras-primas que abrangem um arco cronológico que vai do séc. XIII ao séc. XVIII". À visita de hoje seguem-se, dia 28 de Junho , visitas ao Saleiro do Benim, dia 26 Julho ao centro de mesa Germain , dia 27 Setembro à pintura "São Leonardo", de Andrea Della Robbia , a 25 de Outubro às "Tentações de Santo Antão", de Bosch e dia 29 Novembro ao "Retrato de São Jerónimo", pintado por Dürer. "
Fonte : Jornal de Notícias - 30-05-06
Consultar folheto alusivo
Exposição "Surrounding Matta-Clark" na Galeria Carlos Carvalho Arte Contemporânea até 14 de Julho

Kaouru Katayama - é uma artista japonesa residente em Espanha desde os 25 anos. (...) Sobre uma imagem da fria arquitectura industrial e massificante do espaço «pronto-a-morar», feito com desenhos esquemáticos dos espaços e móveis very cheap, a artista aplica uma fotografia de paisagem inebriante.
Mayumi Terada - nasceu em Tóquio em 1958. Em 1985 inicia o seu percurso artístico na galeria da Universidade de Tsukuba e galeria Natsuka em Tóquio. (...) a luz em Mayumi Terada é espaço de revelação, pois impregna o ambiente de um branco imaterial, dando-nos a reconhecer um espaço que habita a nossa memória.
Fonte do texto e foto : Embaixada do Japão em Portugal
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