tag:blogger.com,1999:blog-113102712008-06-22T00:29:13.696+01:001 Minutofernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comBlogger275125tag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-40643563456622658082007-07-10T02:08:00.000+01:002007-07-10T02:13:05.512+01:00Magalhães, Magallanes, Magellan ou à volta do mundo, para além<a style="font-weight: bold;" href="http://travel-.blogspot.com/">Magalhães, Magallanes, Magellan ou à volta do mundo, para além..</a><br /><br /><span style="font-style: italic;">-@ é engraçado clicar lá nas imagens.</span>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-60865049300425428262007-04-29T03:26:00.000+01:002007-04-30T19:24:06.738+01:00Novo filme de Martin Scorcese adapta o "Silêncio" de Shusaku Endo. Obra sobre a vida de missionários Jesuítas portugueses no Japão, no séc. XVII.<div style="text-align: justify;">Em meados da década de 90 descortinei numa feira de livros em saldos no Porto um livro de um autor japonês que até ao momento apenas conhecia de nome e algumas suas linhas biográficas.<br /><br />O livro era o "<span style="font-weight: bold;">Silêncio</span>" (<span style="font-weight: bold;">Chinmoku</span>) e o seu autor era <span style="font-weight: bold;">Shusaku End</span><span style="font-weight: bold;">o</span>. Por sinal era uma publicação brasileira que só por engano ali foi parar. O original foi escrito em 1966 e esta era tradução brasileira datada de 1979 pela editora Civilização Brasileira. Em 1990 saiu a 1ª edição portuguesa pela D. Quixote / Círculo de Leitores (trad. João David Antunes, sendo já 4ª ed. de 1995 traduzida por Teolinda Gersão)<br /><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_H84QgQTM5rA/RjSLzlVQ-kI/AAAAAAAAAaU/RagbWK1Fd_g/s1600-h/Silence.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_H84QgQTM5rA/RjSLzlVQ-kI/AAAAAAAAAaU/RagbWK1Fd_g/s400/Silence.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058821999754803778" border="0" /></a><span style="font-weight: bold;">Shusaku End</span><span style="font-weight: bold;">o </span>é considerado um dos maiores romancistas japoneses e o "<span style="font-weight: bold;">Silêncio</span>" é a sua obra-maior, que inclusive granjeou o reputado prémio literário Tanizaki. Endo publica o seu primeiro livro em 1955 e desde então publicou regularmente até perto da sua morte em 1996. O seu estilo de escrita é comummente associado a Graham Greene, que aliás o considerava um dos maiores escritores do séc. XX. Endo professava o catolicismo num país onde menos de 1% o é.<br /><br />O "<span style="font-weight: bold;">Silêncio</span>" aborda as grandes atrocidades cometidas pelo japoneses a missionários jesuítas (no caso do livro sobretudo a portugueses) e a milhares de devotos do cristianismo, no Japão, sobretudo na ilha de Kyushu (a ilha primaz no cristianismo japonês), no séc. XVII. É um livro que contém passagens bastante pungentes e que durante muito anos suscitou razoável polémica no Japão, mesmo da parte de alguns cristãos japoneses.<br /><br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Breve contexto histórico</span><br />Os jesuítas chegaram ao Japão em 1549 através do desembarque Kagoshima (ilha de Kyushu) pelo basco S. Francisco Xavier. O cristianismo floresceu por essas paragens a um ritmo impressionante, sobretudo por acção do missionário italiano Alessandro Valignanno. Tanto que cerca de seis décadas volvidas o número de católicos no Japão (maioria na ilha de Kyushu) já rondava os 300 mil e a sua influência na sociedade e politica era bem pronunciada.<br /><br />Toyotomi Hideyoshi o senhor da ilha de Kyushu (e mais tarde o grande senhor de todo o Japão e o responsável pela sua unificação) manteve boas relações com os jesuítas (que divisava com um nível cultural acima da média e estreitamente ligados a negócios mercantis) e até via de bom grado as conversões ao catolicismo por parte dos japoneses (até porque odiava o budismo). Muitos dos próprios daimios se convertiam, bem como seus súbitos. Formou-se mesmo uma Igreja japonesa nativa, com um largo clero japonês, e com colégios, seminários, hospitais, etc. Tanto que este período foi chamado por certos historiadores o século cristão japonês.<br /><br />Contudo em 1597 Hideyoshi teve necessidade de evidenciar o seu poder e autoritarismo e mandou crucificar 26 missionários cristãos entre europeus e japoneses no porto de Nagasaki. Se efectivamente esse episódio não prejudicou as boas relações que os jesuítas tinham com a corte nipónica, foi um primeiro (e bem intimidador) sinal que as coisas poderiam mudar bruscamente. Apesar de um período algo conturbado no Japão que se sucedeu após a morte de Hideyoshi os governantes que lhe sucederam mantiverem boas relações com os jesuítas e os cristãos em geral.<br /><br />Já o shogun Tokugawa Ieyasu, não via com bons olhos a crescente influência dos jesuítas e dos cristãos no Japão e já no final da sua governação entendeu, por influência dos ingleses e holandeses expulsar em 1614 todos os jesuítas e padres do Japão. Seguiu-se um período de várias décadas de dura e cruel perseguição aos padres e cristãos (que entretanto já estavam disseminados por várias regiões do Japão), com o propósito de eliminar por completo o cristianismo do Japão. Foram mortos milhares de cristãos (incluindo crianças, mulheres e idosos) queimados na fogueira, por enforcamento, por crucificação, por horrendas torturas (para que os cristãos se tornassem apóstatas). Contudo apesar de todas estas práticas e da crescente tortura até 1632 nenhum missionário se tinha tornado apóstata. Isto foi quebrado nesse ano quando o Superior português Cristóvão Ferreira fez o sinal de apostasia. Ferreira era um dos mais importantes jesuítas no Japão (vivia aí já há 33 anos) e sua decisão foi muito marcante doravante no seio da comunidade cristã no Japão. O segundo grande revés ocorreu na célebre Rebelião de Shimbara (próximo de Nagasaki) onde ao longo de 4 meses foram mortos cerca de meia centena de milhar de campesinos cristãos, incluindo alguns padres. A partir dessa data o Japão fechou as 'suas portas' ao mundo e o cristianismo foi ainda mais perseguido.<br /><br />Apesar de todos estes acontecimentos o cristianismo continuou a ter ao longo dos séculos seguintes milhares de professos (mas de modo secreto) no Japão, sobretudo na ilha de Kyushu, até que em 1865 quando o Japão voltou a abrir-se ao mundo os cristãos puderam de novo realizar suas práticas religiosas de modo livre e público. Inclusive em 1895 foi inaugurada a <a href="http://uminuto.blogspot.com/2006/08/em-memria-de-hiroshima-e-nagasaki.html">catedral de Santa Maria em Nagasaki</a>, a maior catedral católica em todo o Oriente (destruída depois em 1945 pela bomba atómica).<br /><br /><br /><br />O "<span style="font-weight: bold;">Silêncio</span>" de <span style="font-weight: bold;">Shusaku End</span><span style="font-weight: bold;">o</span><br />Este livro, escrito enquanto Endo viveu em Nagasaki, é uma história baseada em factos reais e retrata a entrada secreta e posterior estadia de dois missionários jesuítas portugueses, Sebastião Rodrigues e Francisco Garrpe, e mais 8 religiosos europeus, em 1643, no Japão, numa época de grande perseguição aos cristãos. Capturados num curto espaço de tempo, todos eles apostataram depois de terem passado longas e terríveis torturas. Sebastião Rodrigues e Francisco Garrpe tinham sido alunos de Cristóvão Ferreira e não acreditando que este tivesse feito apostasia decidiram ir ao Japão descobrir a verdade dos factos.<br />Não me vou estender mais pois os resto podem ler no livro.<br /><br />William Johnson, o primeiro tradutor da obras para Língua Inglesa tem uma passagem interessante no prefácio do livro: «O Japão [...] absorve toda a sorte de ideologias, transformando-as em si mesmo, e distorcendo-as no processo de fazê-lo. É a teia de aranha que destrói a borboleta, deixando-lhe apenas o esqueleto feio.» Já Endo refere que «os japoneses devem absorver o cristianismo sem o suporte de uma tradição, história, legado ou sensibilidade cristã», devido às grandes difereças culturais e civilizacionais.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">O novo filme de Martin Scorcese</span><br /><span nd="1" name="intelliTxt" id="intelliTxt">Martin Scorcese escreveu o primeiro esboço do argumento adaptativo de o "Silêncio" </span><span>d</span><span>e</span><span style="font-weight: bold;"> </span><span>Shusaku End</span><span>o</span><span nd="1" name="intelliTxt" id="intelliTxt">, há cerca de 10 anos, em parceria com o argumentista Jay Cocks. Foi ao longo dos anos esperando avançar com este projecto, conseguindo finalmente reunir as condições necessárias. As filmagens vão ser efectuadas este Verão em Vancouver, no Canadá.<br />É a segunda vez que um filme Scorcese aborda directamente a temática do Cristianismo/Catolicismo, depois da "Última Tentação de Cristo" que gerou bastante polémica na altura. Este novo filme muito dificilmente não suscitará polémica no Japão.</span> Os japoneses são comummente retratados nos filmes americanos e europeus sobretudo em histórias pouco felizes relativas a episódios da Segunda Guerra Mundial, mas até aqui nunca um grande realizador (não japonês) tinha abordado outros períodos da história de forte controvérsia do Japão (se não incluirmos o " O último Imperador").<br />Uma coisa é certa, o Japão não ficará em silêncio com este novo filme de Scorcese.<br /></div>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-54156646949928741222007-04-29T02:03:00.000+01:002007-04-30T02:55:38.295+01:00"ACROS Fukuoka" a excelência na cultura e no ambiente.<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_H84QgQTM5rA/RjPvK1VQ-hI/AAAAAAAAAZ8/1dJ639q0geI/s1600-h/fukuoka_green_roof.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://farm1.static.flickr.com/170/476166034_28e34c5838_o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058649775861201426" border="0" /></a><br /><div style="text-align: justify;">O edifício "<a style="font-weight: bold;" href="http://www.acros.or.jp/english/04_acros.html">ACROS Fukuoka</a>" é dos centros culturais por excelência da cidade de Fukuoka, na ilha de Kyushu, no Japão. No seu interior podemos assistir a concertos, espectáculos,visitar exposições, assistir a conferências, consultar um centro documental, etc. Se é um edifício cujo exterior se afigura visualmente muito apelativo, se atentarmos nas suas funcionalidades mais interessante se torna. No seu telhado/frente os terraços ajardinados contêm cerca de 35 mil plantas representando 76 espécies. Entre outros aspectos esta configuração reduz o consumo energético do edifício pois mantém a temperatura constante e confortável, retém água da chuva, permite a vida de espécies (insectos e pássaros), etc.</div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_H84QgQTM5rA/RjPvEVVQ-gI/AAAAAAAAAZ0/TnBjCsX47gs/s1600-h/Ambasz_fukuoka_green_roof.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_H84QgQTM5rA/RjPvEVVQ-gI/AAAAAAAAAZ0/TnBjCsX47gs/s400/Ambasz_fukuoka_green_roof.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058649664192051714" border="0" /></a></p><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.flickr.com/photo_zoom.gne?id=476170824&size=o"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://farm1.static.flickr.com/197/476167730_b1e527b1de_o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058649857465580066" border="0" /></a><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Visto no <a style="font-weight: bold;" href="http://www.metaefficient.com/">Metaefficent</a> ( as fotos também provêm de lá)</p><br /><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><a href="http://farm1.static.flickr.com/215/477657019_298adffc96_o.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://farm1.static.flickr.com/215/477657019_d150fe92dd.jpg" alt="" border="0" /></a></p><p style="text-align: center;" class="MsoNormal"><span style="font-weight: bold;font-size:85%;" >Google Earth<span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"> (clicar para ampliar)</span></span><br /></p>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-89933223912785835522007-04-29T00:44:00.000+01:002007-04-30T03:06:47.585+01:00A Arca Solar de Gifu, um dos mais inusitados e potentes edifícios solares do mundo<div style="text-align: justify;">Na Prefeitura de <span style="font-weight: bold;">Gifu</span>, no Japão, localiza-se um dos mais espectaculares e potentes edifícios solares do mundo. Trata-se da <a style="font-weight: bold;" href="http://www.solar-ark.com/english/index.html">Arca Solar</a>, construída pela Sanyo, e inaugurada em 2005. A Arca incorpora 5 046 panéis solares, e produz cerca de 530 000 KWh de energia 'limpa' por ano. O seu interior alberga um grande <span style="font-weight: bold;">museu solar.</span> Todo o edifício é controlado por computador permitindo produzir nos seus painéis imagens e texto.<br /><br /></div><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_H84QgQTM5rA/RjP4tFVQ-jI/AAAAAAAAAaM/G_iKR6Vk3e8/s1600-h/sanyo_solar_ark.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_H84QgQTM5rA/RjP4tFVQ-jI/AAAAAAAAAaM/G_iKR6Vk3e8/s400/sanyo_solar_ark.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5058660259876370994" border="0" /></a><br /><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://farm1.static.flickr.com/222/476184176_7dddf69db8_o.jpg" alt="" border="0" /><br />Visto no <a style="font-weight: bold;" href="http://www.metaefficient.com/">Metaefficent</a> ( as fotos também provêm de lá)fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-10324505808373531012007-04-27T03:35:00.000+01:002007-04-27T04:03:30.121+01:00Expo 2008 de Saragoça versus Expo 2005 Aichi<div style="text-align: justify;">A cerca de um ano da inauguração da <span style="font-weight:bold;"><a href="http://www.expozaragoza2008.es/">Expo 2008 de Saragoça</a> </span>o registo num vídeo promocional desta exposição que terá como temática "A Água e o Desenvolvimento Sustentável". Os <a href="http://www.expozaragoza2008.es/index.jsp?seccion=245&seccionRaiz=240&seccionDesplegar=245&idioma=es_ES">bilhetes já estão à venda</a> e até à abertura com bons desconto.Visitem também o <a href="http://www.expozaragoza2008.es/blog/">blogue.</a><br /><br /><div align="center"><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lpN0XosQWPI"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/lpN0XosQWPI" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></div><br /><br /><br />Em 2005 a <a href="http://www.expo2005.or.jp/en/"><span style="font-weight:bold;">Exposição Mundial decorreu em Aichi</span></a>, no Japão, e superou os 22 milhões de visitantes.<br /></div><br /><div align="center"><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NisPqVDWp_4"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NisPqVDWp_4" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></div>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-54230253521629280932007-04-27T03:06:00.000+01:002007-04-27T12:29:21.323+01:00Capitulação incondicional a um dos mercados mais possantes do mundo<div style="text-align: justify;">Olivença já vai na 5ª geminação com terras portugueses. Depois de Leiria, Portalegre, Elvas, Cadaval é agora <a style="font-weight: bold;" href="http://www.cm-vilavicosa.pt/pt/conteudos/eventos/Geminacao%20de%20Vila%20Vicosa%20com%20Olivenca.htm">a vez de Vila Viçosa</a><span style="font-weight: bold;">.</span><br />Se não os podes vencer junta-te a eles!</div>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-53328150890379383922007-04-27T02:34:00.000+01:002007-04-30T15:51:49.198+01:00Impressionante como os japoneses continuam a ser os maiores bloggers do mundo<div style="text-align: justify;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_H84QgQTM5rA/RjYCBFVQ-rI/AAAAAAAAAbM/jpkapc346eo/s1600-h/Slide0013-tm.png"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_H84QgQTM5rA/RjYCBFVQ-rI/AAAAAAAAAbM/jpkapc346eo/s400/Slide0013-tm.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5059233449031826098" border="0" /></a>Segundo dados, de início deste mês, da Technorati "o japonês é a língua mais comum nos blogues, já que perfaz 37 por cento dos idiomas utilizados. O inglês ocupa a segunda posição da tabela (33 por cento), seguido do chinês (8 por cento) e o italiano (3 por cento). O português está presente em dois por cento dos blogs."<br /><br />Pelo que tenho conhecimento a maior parte dos blogues Japoneses são diários pessoais, flogs (fotoblogs) ou moblogs (mobile blogs).<br /><br />Desde que me recordo das primeiras estatísticas da Technorati, desde 2005, o Japão esteve sempre na dianteira, mas pelo facto de na actualidade existir pelo menos o dobro de internautas com Língua Inglesa ou Chinesa como nativa, afigura-se impressionante o persistente domínio nipónico da blogosfera. Até quando? 2008, 2009?<br /><br /><br /></div>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-52417160394825505902007-04-27T01:24:00.000+01:002007-04-29T01:00:45.512+01:00A projecção do cinema Japonês em Portugal - contemporaneidades.<p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">A maior manifestação do Japão em Portugal regista-se desde há muitas décadas através dos automóveis, dos motores, máquinas e uma parafernália de aparelhos e electrónicos e eléctricos que importamos.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">De seguida vem o cinema japonês. O Japão possui uma tradição e uma indústria cinematográfica de incomensurável dimensão. Mas ao longo da sua existência sofreu dois duros revezes.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;">Em 1923 o famigerado terramoto Kanto que atingiu a região de Tóquio (vitimando mais de 140 mil pessoas e desalojando dois milhões) destruiu praticamente toda a produção cinematográfica anterior a esta data, sobretudo quando o depósito da companhia-mor, a Nikkatsu, foi reduzido a escombros. Esta e outras companhias como a Shochiku ou a Toho, viriam a ser de novo severamente fustigadas na Segunda Guerra Mundial onde praticamente toda a indústria de cinema foi dizimada. Estima-se que cerca de 97% das dezenas de milhares de filmes produzidos no Japão até à capitulação de Hirohito foram destruídos ou desapareceram, o que significa a perda de um legado imensurável, inclusive de milhares de obras–primas do cinema nipónico. Isto aliado ao facto das fracas condições, em muito casos, de armazenamento dos filmes num clima extremamente húmido como o Japão, conduziram a que escasso número de películas sobrevivessem mesmo nos anos subsequentes à guerra (a maior parte das que hoje ainda subsistem dessa época devem-no a se encontrarem fora do país)<o:p>.</o:p></div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Ora a manifestação de cinema nipónico em terras lusas fez-se sempre sobretudo através de festivais e da Cinemateca (de Lisboa).<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">O <b style=""><a href="http://www.culturgest.pt/actual/nippon_koma.html">Nippon Koma - Festival de Cinema Japonês</a></b> é uma desses festivais que se realiza todos os anos na Culturgest, no final do Outono, e que se estende por uma semana. O destaque é dirigido ao c<span class="text">inema de animação (anime) e documentário. </span>No ano transacto realizou-se a 4ª edição, no qual assisti pela primeira vez e apenas a um filme: o documentário <span style=""> </span>“30 Anos de Irmandade” <span style=""> </span>de Chieko Yamagami e Noriko Seyama, rodado em 2004, e que reporta o movimento de emancipação feminina no Japão desde 1970. Não era propriamente o filme que mais me interessava visionar do festival, mas por força maior sucedeu ser este. Foi projectado numa quarta-feira à noite e ainda sobejava um razoável número de lugares na sala. Segundo as estatísticas, a média das sessões ronda a centena de espectadores, sobretudo pessoas mais jovens. Realizam-se duas sessões diárias (às 18h30 e 21h30), a um preço único de 2 euros por sessão. Um folheto de cerca de 20 páginas que é distribuído gratuitamente apresenta a programação com pequeno resumos sobre os filmes.<br />Esta 4ª edição, que decorreu entre 4 e 9 de Dezembro contou 70 filmes, e os <span class="text">realizadores em destaque (para além dos antes citados) foram</span> Kon Satoshi, Tanaami Keiichi, Aihara Nobuhiro, Nakajima, <span class="text">Ogawa Shinsuke</span>,<span class="text"> Oshige Junichiro</span> entre outros.<br /><b style=""><a href="http://www.culturgest.pt/actual/nippon_koma.html">A programação do último festival ainda está online</a><o:p></o:p></b></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Outro festival que presta atenção ao cinema japonês é “<b style=""><a href="http://lisbon.villagefestival.net/">Lisbon Village Festival</a></b>” (LVF), que em Junho próximo, entre 18 e 24, terá a sua segunda edição. Este festival congrega três vertentes: cinema, artes plásticas (exposições) e música (concertos e performances), No que concerne ao cinema o LVF é o primeiro europeu exclusivamente dedicado ao cinema de suporte digital. Realiza-se no cinema S. Jorge e noutras salas definidas cada ano.<br />Tem como festival parceiro o prestigiado <a style="font-weight: bold;" href="http://www.skipcity-dcf.jp/en/">Skip City Internacional D-Cinema Festival</a> no Japão, incluindo, todos os anos, na sua programação uma mostra das melhores obras que passaram por esse festival.<br /><span class="textosnoticias">O LVF é organizado pela <b style=""><a href="http://www.hikariglobal.com/">Hikari Global</a></b> e promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, EGEAC e BDC – Bartholomeu Digital Cinema.<br /><o:p> </o:p></span></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span class="textosnoticias">O <b style=""><a href="http://www.doclisboa.org/">DocLisboa</a></b> também presta regularmente especial atenção ao cinema japonês. Na sua edição de 2006 (de <st1:metricconverter productid="20 a" st="on">20 a</st1:metricconverter> 29 de Outubro), apresentou uma secção denominada “Histórias Mínimas: o Documentário Japonês Contemporâneo” , que traçou um panorama histórico do documentário japonês de 1987 até ao presente. Makoto Sato e Naomi Kawase, dois dos realizadores representados nesta selecção, estiveram presentes para apresentar os seus filmes e discutir a situação do documentário no Japão. Foram projectados filmes igualmente de Shinsuke Ogawa, Kazuo Hara, Mori Tatsuya, <span style=""> </span>Hirokazu Koreeda <span style=""> </span>e Kato Haruyo. Este ano o festival decorre entre 18 e 28 de Outubro, como sempre, na Culturgest.<br /><o:p> </o:p></span></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span class="textosnoticias">Outro festival de cinema que presta regularmente atenção á cinematografia nipónica é o já consagrado <span style=""> </span>“<b style=""><a href="http://www.indielisboa.com/">Festival IndieLisboa</a></b>” (Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa) cuja 4º edição decorre no presente momento (entre 19 e 29 de Abril) em quatro salas de cinema. O Cinema São Jorge junta-se este ano aos tradicionais King, Londres e Fórum Lisboa. Nesta 4ª edição é prestada uma homenagem especial ao realizador </span>japonês Shinji Aoyama com a exibição de 14 filmes seus. O universo deste artista vagueia entre a alienação, morte e o renascimento da alma humana, como se presencia em obras como “Helpless” (1995), “Chinpira: Two Punks, Edge of Chãos” (1996) e “Wild Life” (1997) que constam do programa. O ano passado foi homenageado Nobuhiro Suwa , com projecções de “2 Duo” (1997), “Un Couple Parfait”(2005) e onde evoca Michalangelo Antonioni, “H Story” (2001), “A Letter from Hiroshima” (2002) e “M/Other” (1999).<br />Ver <a style="font-weight: bold;" href="http://jn.sapo.pt/2007/04/26/cultura/talvez_tenha_sido_portugues_minha_vi.html">entrevista de João Antunes a Shinji Aoyama</a>, no âmbito da sua presença neste festival.<br /></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><br /></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><br /><span class="textosnoticias"><o:p> </o:p></span></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Uma sala privilegiada para assistir a excelentes obras do cinema nipónico é a <b style=""><a href="http://www.cinemateca.pt/fail.asp">Cinemateca</a></b> que todos os meses nos brinda com cinematografia deste país, com especial relevos para os nomes consagrados: Mizouguchi, Ozu ou Kurosawa.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Estes mês foram projectados, como habitualmente grandes películas:<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span><u>Kenji Mizoguchi</u></span><br />Dia 2 - "Os Amantes Crucificados" (Chikamatsu Monogatari) <span style="font-style: italic;">[1954]</span><br />Dia 14 - "Mulheres da Noite" (Yoru No Onna-Tachi) <span style="font-style: italic;">[1947]</span><br /></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span><u>Mikio Naruse</u></span><br />Dia 14 - "Nuvens Flutuantes" (Ugikimo) <span style="font-style: italic;">[1955]</span><o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span><u>Yasujiro Ozu</u></span><br />Dia 21 - "Viagem a Tóquio" (Tokyo Monogatari - Tokyo Story)<span style="font-style: italic;"> [1953]</span><br />No banner deste blogue está representado uma imagem deste filme, um dos meus favoritos.</p>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-87960455783412414982007-04-08T22:15:00.000+01:002007-04-09T00:19:07.354+01:00O novo Centro Nacional de Arte de Tóquio, um dos maiores e mais modernos museus do mundo.<div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Inaugurado em <span style="font-weight: bold;">21 de Janeiro </span> passado o <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Centro Nacional de Arte de Tóquio (NACT) </span>é o<span style="font-weight: bold;"> maior museu do Japão e um dos mais modernos do Mundo</span>. O próprio edifício do museu, projectado pelo lendário arquitecto <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Kisho Kurokawa</span> (é no momento candidato a governador de Tóquio), é só por si uma obra de arte, já distinguido com prestigiados prémios de arquitectura, inclusive o do <span style="font-weight: bold;">Chicago Atheneaum em 2006.</span><o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Situado no centro de <span style="font-weight: bold;">Roppongi</span>, o bairro cultural por excelência de Tóquio, tem um espaço com 48 mil m2 de área e comporta 12 galerias para exposições (14 mil m2). A imensa fachada ondulada de vidro transparente destaca-se no horizonte visual do visitante. <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Kisho Kurokawa </span>é o reputado artista da harmonia e equilíbrio entre a moderna tecnologia e as tradições culturais nipónicas.<br /></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><a href="http://farm1.static.flickr.com/224/451262306_3d7b6248a1_o.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://farm1.static.flickr.com/204/451262304_e0310a9d04_o.jpg" alt="" border="0" /></a></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">No átrio destacam-se dois gigantes cones invertidos com cafetarias e restaurante no seu topo. A iluminação é regulada automaticamente à passagem dos visitantes e a limpeza é robotizada. O Museu define-se como uma "superinstalação funcional" em que todas as paredes das galerias são amovíveis e que permite a mudança das obras em exposição sem o visitante se aperceber efectivamente disso. O NACT <span style="font-weight: bold;">possui ainda uma biblioteca, um auditório para 300 pessoas e loja.</span><o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">O museu possui a particularidade de não ter nenhuma colecção permanente e tem a <span style="font-weight: bold;">expectativa de atrair 1,5 milhões de visitantes por ano.</span> Até 19 de Março o museu expôs a exposição “Vivendo no Mundo Material: “Coisas” na Arte do Século XX e Posteriores", com cerca de 600 obras de arte provenientes de colecções nacionais e estrangeiras (Cézanne, Duchamp, Rauschenbergou Pollock, Kurt Schwitters, Michael Craig-Martin, Jiro Yoshihara ou Yasumasa Morimura). No momento apresenta a mostra "Paris do Mundo Inteiro: Artistas Estrangeiros em Paris 1900-2005", organizada pelo Centro Pompidou e com 200 obras de Picasso, Chagall ou Brassaï.</p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://farm1.static.flickr.com/172/451262302_56c4abd94c_o.jpg" alt="" border="0" /></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Contudo cada exposição ocupa apenas cinco das 12 galerias. O restante espaço e salas , que ainda é imenso são alugados a associações de artistas. A procura destes espaços tem sido tão elevada que a maioria das galerias já está concessionada até final de 2008.<br />A edificação do NACT estendeu-se por quatro anos e custou 223 milhões de euros.</p><br /><div align="center"><br /><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GQ_-hkFRuqs"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/GQ_-hkFRuqs" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></div><br /><br /><span style="font-weight:bold;"><a href="http://www.nact.jp/english/index.html">Website do Museu</a></span><br /><br /><span style="font-size:85%;">Fonte das Fotos: <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Centro Nacional de Arte de Tóquio (NACT)</span></span>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-61548856668829938602007-04-08T19:38:00.000+01:002007-04-30T20:17:37.457+01:00Campeonatos do Mundo de Atletismo de 2007 em Osaka, Japão, com o dobro dos atletas habituais.<div style="text-align: justify;">A cidade<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"> Osaka </span>albergará <span style="font-weight: bold;">entre 25 de Agosto e 2 de Setembro</span> próximos os <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">11ºs Campeonatos do Mundo de Atletismo</span>. São <span style="font-weight: bold;">esperados cerca de 3 200 atletas provenientes de 211 países e territórios</span> de todo o mundo. O nº de atletas esperados é cerca do dobro dos registados em média nos anteriores Campeonatos. E<span style="font-weight: bold;">stima-se que este evento será visionado por mais de 4 mil milhões de pessoas</span> em todo o mundo, constituindo um novo recorde dos campeonatos.<o:p></o:p></div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_H84QgQTM5rA/Rhk3q8K_FFI/AAAAAAAAAVo/DI_Kx7vvDE0/s1600-h/world_championship_in_athletics_osaka_2007.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_H84QgQTM5rA/Rhk3q8K_FFI/AAAAAAAAAVo/DI_Kx7vvDE0/s400/world_championship_in_athletics_osaka_2007.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051129667918959698" border="0" /></a>Os Campeonatos tiverem início em 1983 em Helsínquia (Finlândia), a que se seguiu em <span style=""> </span><st1:metricconverter productid="1987 a" st="on">1987 a</st1:metricconverter> cidade de Roma (Itália). Em 1991 foi realizado em Tóquio, onde foram batidos os recordes mais extraordinários até hoje dos diversos campeonatos. No Estádio Olímpico de Tóquio, entre diversos feitos, Carl Lewis bateu o recorde do mundo dos <st1:metricconverter productid="100 metros" st="on">100 metros</st1:metricconverter> com a excelente marca de 9,86s e Mike Powell conseguiu bater o recorde do salto em cumprimento (<st1:metricconverter productid="8,95 metros" st="on">8,95 metros</st1:metricconverter>), que já persistia há 23 anos, desde que nos Jogos Olímpicos do México, Bob Beamon saltou mais longe que qualquer homem o fizera até hoje (8,90m). O recorde Powell ainda se mantém e curioso é que há mais de 10 anos nenhum homem salta mais de 8,60m, algo parecido com o recorde de salto com vara que parece cada vez mais distante. Os campeonatos de Tóquio, em 1991, granjearam tanto sucesso que a partir daí passaram a ter uma periodicidade 2 anos, sendo posteriormente todos realizados em cidades europeias, com a excepção de Edmonton, no Canada, em 2001.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">A cidade de Osaka é a terceira maior cidade japonesa (durante o horário laboral é mesmo a segunda) e possui um sector industrial muito forte. A conurbação Osaka-Kobe-Quioto totaliza perto de 20 milhões de habitantes. Osaka organizou a Exposição Mundial de 1970, que acolheu cerca de 65 milhões de visitantes, sendo até hoje a exposição mais visitada da história da humanidade. Na cidade de Osaka habitam muitas comunidades de estrangeiros sendo a mais numerosa a coreana com cerca de 100 mil habitantes.<o:p><br /></o:p></p> <p class="MsoNormal"><b style=""><a href="http://www.osaka2007.jp/index_e.html">Website Oficial do Campeonato M. A. de Osaka</a></b><o:p></o:p><br /><b style=""><a href="http://green.osaka2007.jp/en/">“IAAF Green Project” em Osaka</a><o:p></o:p></b></p><br /><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://farm1.static.flickr.com/190/451041590_f0967a7add_o.gif" alt="" border="0" /><br /><span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);">Sobre a cidade e região de Osaka:</span><br /><div align=center><br /><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SjBA1MRa7Ac"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/SjBA1MRa7Ac" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></div>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1159308823029144682006-09-26T23:11:00.000+01:002006-09-26T23:15:15.873+01:00Paragem até ao próximo Verão.Por manifesta falta de tempo este blogue não será mais actualizado até ao próximo Verão.<br />O meu agradecimento a todos os que por aqui passaram.fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1158885420995944522006-09-22T01:23:00.000+01:002006-09-24T17:10:00.790+01:00Japão é o país convidado da 10ª edição do Festival Internacional de Dança Contemporânea "a Sul", que decorre até 13 de Outubro.<div style="text-align: justify;">""Coreografias japonesas vão poder ser vistas em cinco concelhos algarvios, mas também em Lisboa, nos dez espectáculos agendados para a <a href="http://nofundodofundo.com.sapo.pt/x_asul/index.html"><span style="font-weight: bold;">1</span><span style="font-weight: bold;">0ª edição do Festival Internacional de Dança Contemporânea "a Sul"</span>.</a><span style="font-weight: bold;"> O</span> certame, que tem como <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">país convidado o Japão</span>, arranca hoje em Faro, mas vai passar também por Loulé, Lagos, Lagoa e Vila Real de Santo António, numa maratona de dança contemporânea que só<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"> termina a 13 de Outubro</span>.<br /><br /></div><div style="text-align: justify;"><div style="text-align: justify;"> A iniciativa, que também se estende a Lisboa, resulta de uma co-produção entre a associação "no Fundo do Fundo" e o Teatro das Figuras, em Faro, com o apoio da associação Devir e do Centro de Artes Performativas do Algarve (CAPA).<br /></div><br />Abrem o Festival, no CAPA, em Faro, os espectáculos "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Carlo X Carlo</span>", trabalho sobre a dualidade humana interpretado pela <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">companhia japonesa "j.a.m Dance Theatre</span>", e "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Mizunoie/Water House</span>", pela<span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"> Monochrome Circus.</span> Nas noites de sábado e domingo, o festival "percorre" cerca de 60 quilómetros até Lagoa, para a apresentação do espectáculo "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">não temos pátria, temos barbatanas & valsa lenta 06</span>". O espectáculo, concebido e dirigido por José Laginha, é composto por duas partes, separadas por um intervalo em que é interpretada a performance "a encomenda", a que se segue a instalação "valsa lenta 06".<br /><br />A par dos espectáculos "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Kaminari - Trovão</span>", interpretado pela <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Kamu Suna Ballet Company</span> e "7 p.m./Rumour (loose in the air)", de Maria Ramos, a representação de José Laginha completa o trio de participações portuguesas no festival. "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Kaminari - Trovão</span>" é a primeira obra da companhia dirigida por César Augusto Moniz, que durante dez anos viajou entre Portugal e o Japão para estudar o xintoísmo, religião anterior ao budismo, e o budismo. O espectáculo da companhia <span style="font-weight: bold;">Kamu Suna Ballet Company,</span> formada em Lisboa em Janeiro de 2006, é apresentado em Lagos a 30 de Setembro e em Lagoa a 06 de Outubro.<br /><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://nofundodofundo.com.sapo.pt/x_asul/index.html"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5841/672/1600/festival_a_sul_2006.jpg" alt="" border="0" /></a><br />O terceiro espectáculo português a ser apresentado no festival - "<span style="font-weight: bold;">7 p.m./Rumour (loose in the air</span>)" -, inspirado no poema "Half-hanged Mary", de Margaret Atwood, sobe ao palco do CAPa a 13 de Outubro, data de encerramento do certame.<br /><br />No mesmo dia, repetem os espectáculos "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Tabula Rasa</span>", pela companhia <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Cross-Section</span>, apresentado antes em Loulé, a 29 de Setembro, e "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Komachi</span>", coreografado por <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Masami Yurabe</span>, que pode ser visto antes em Lagoa, em estreia nacional, a 06 de Outubro, e no Teatro da Comuna a 09 e 10 de Outubro.<br /><br />A agenda do festival "a Sul" inclui ainda, em Lisboa e Faro, os espectáculos "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Pollen Revolution</span>", pela companhia <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Akira Kasai</span>, em estreia nacional, e "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Refined Colors</span>", pelo <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Monochrome Circus</span>, em Loulé. O coreógrafo japonês <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Miho Konai</span> traz também a Portugal pela primeira vez o espectáculo "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">FuwaFuwa Ladybug</span>", apresentado em Loulé no dia 29, em Vila Real de Santo António no dia 07 de Outubro e no Teatro da Comuna nos dias 09 e 10.<br /><br />Outra estreia em palcos portugueses é a do espectáculo "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Against Newton II</span>", interpretado pela companhia japonesa <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Dance Theatre Ludens</span> a 30 de Setembro em Lagos e a 7 de Outubro em Vila Real de Santo António. "<br /><br />Fontes:<br />Texto - <a href="http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=9143">Barlavento Online - 16-09-006</a><br /><a href="http://nofundodofundo.com.sapo.pt/x_asul/index.html">Cartaz</a><br /><br />Consultar <a href="http://nofundodofundo.com.sapo.pt/x_asul/index.html">website do Festival, com Programação detalhada</a><br /><br />Mais notícias alusivas: <a href="http://www.regiao-sul.pt/noticias/noticia.php?id=65508">Região</a> <a href="http://www.regiao-sul.pt/noticias/noticia.php?id=65658">Sul</a>,<br /></div>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1158626609571054552006-09-18T23:10:00.000+01:002006-09-19T18:31:32.173+01:00"Histórias e Tradições do Japão" : exposições organizadas no Porto, de 30 de Setembro a 29 de Outubro.<p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/5841/672/1600/gravura_japonesa_545.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5841/672/1600/gravura_japonesa_545.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-weight: bold;">"Porto e Nagasaki, cidades geminadas,</span> serviram de inspiração para este evento cultural que compreende três exposições organizadas pela "<a style="font-weight: bold;" href="http://www.arvorecoop.pt/index1.php">Árvore" Cooperativa de Actividades Artísticas</a>, em colaboração com a <a style="font-weight: bold;" href="http://www.pt.emb-japan.go.jp/">Embaixada do Japão</a>, Câmara Municipal do Porto e a Dra. Maria Helena Castro.<o:p></o:p><o:p></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style=""> </span>"<span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Histórias e Tradições do Japão</span>" compreende 3 exposições:<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><ul><li style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Bonecos Tradicionais Japoneses</span> - Colecção "Beatriz Martins Janeiro", do<a href="%3Cli%3E%3Ca%20href=%22http://usagikendo.blogspot.com/%22%3EUsagi%20Kendo%3C/a%3E%3C/li%3E"> Museu do Brinquedo em Sintra,</a> e colecções particulares da Embaixatriz Ingrid Bloser Martins e da Embaixada do Japão | Homenagem a Nagasaki<o:p></o:p></li><li style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Quadros, com temas japoneses de chá, pintados sobre seda</span>, de autoria de Thuy Tien e <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Exposição de Bules de Chá Japoneses</span>, colecção particular da Embaixatriz Ingrid Bloser Martins</li></ul><div style="text-align: justify;">(Estas duas exposições decorrem na<o:p></o:p> Casa do Infante,<o:p> de</o:p> 2ª a Sábado, das 10h00 às 17h30 ; e aos Domingos das 14h00 às 17h00.)</div><o:p> </o:p> <ul style="text-align: justify;"><li><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Visões do Japão no Final do séc. XIX através da Gravura Japonesa </span>- exposição da Colecção de Manuel Paias<o:p><br /></o:p></li></ul><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">(Esta exposição decorre no <span style="font-weight: bold;">CRAT</span><span style=""><span style="font-weight: bold;"> </span>[</span>Centro Regional de Artes Tradicionais], de<o:p></o:p><span style=""> </span>2ª a 6ª, das 10h00 às 12h00 e das 13h00 às 18h00).<br /><o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"><span style=""> </span>Para mais informações contactar "Árvore" Cooperativa de Actividades Artísticas - Alexandra Gandra | Tel.: 22 207 60 10.<o:p> </o:p><span style=""> </span>Todas as exposições têm entrada livre.<br /></div><p class="MsoNormal"><br /></p><p class="MsoNormal">Fontes:<br />Texto - <a href="http://www.pt.emb-japan.go.jp/">Embaixada do Japão em Portugal</a><br />Gravura: <a href="http://www.kotobuki.de/Pic8k/8258.jpg">Yoshitoshi Taiso</a><br /></p>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1158161302714584962006-09-13T16:20:00.000+01:002006-09-13T16:38:44.126+01:00O Japão é o país convidado da 1ª edição do “Farol de Sonhos”, que decorre em Cascais, entre 11 e 15 de Outubro.<div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://faroldesonhos.pt/pais_convidado.htm"><span style="font-weight: bold;">O Japão é o país convidado</span></a><span style="color: rgb(51, 51, 255);"> <span style="color: rgb(0, 0, 0);">da 1ª edição do</span></span><span style="color: rgb(51, 51, 255);"> “</span><a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://faroldesonhos.pt/home.htm"><span style="font-weight: bold;">Farol de Sonhos”</span></a>, <span style="color: rgb(0, 0, 0);">o</span><b style="color: rgb(0, 0, 0);"> </b><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">1º Encontro sobre o Livro e o Imaginário Infantil</span><b style=""> </b>que decorrerá na <span style="font-weight: bold;">Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana</span><span style="font-weight: bold;">, </span>em<span style="font-weight: bold;"> Cascais</span>, entre os dias <b style="">11 e 15 de Outubro.</b><br /></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Trata-se de um “evento multidisciplinar, no qual a ilustração, o livro, os mecanismos da imaginação criadora e a colaboração dinâmica com as escolas irão estar no centro do debate, da reflexão colectiva e da fruição de objectos artísticos de projecção internacional.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Iniciativa de características inéditas no nosso país, o <span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);">Farol de Sonhos</span> trará pela primeira vez a Portugal <a style="font-weight: bold;" href="http://faroldesonhos.pt/pais_convidado.htm">Katsumi Komagata</a><span style="font-weight: bold;"> </span>(convidado especial), um dos maiores criadores gráficos mundiais, bem como alguns dos mais destacados responsáveis de eventos internacionais como a Feira de Bolonha, a Bienal de Bratislava ou a Biblioteca Internacional para a Infância de Munique.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">O <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Farol de Sonhos</span>, na sua dimensão plural, pretende transformar-se num acontecimento de referência da vida cultural portuguesa, homenageando em cada edição figuras cuja obra se inscreve no âmbito criativo que a iniciativa cobre. Arte e reflexão para todas as idades, de olhos postos na modernidade e no futuro.”<o:p><br /></o:p></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><br /><o:p></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: center;" class="MsoNormal"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/5841/672/1600/faroldesonhos2006.png"><img style="cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5841/672/1600/farol_de_sonhos_2006_r.jpg" alt="" border="0" /></a></p><p style="text-align: center;" class="MsoNormal">(<span style="font-weight: bold; font-style: italic;">clicar para ampliar</span>)</p><p style="text-align: center;" class="MsoNormal"><br /><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Este encontro compreende a realização de :<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal">Exposições:</p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><ul><li>Retrospectiva da obra do <a style="font-weight: bold;" href="http://faroldesonhos.pt/exp_katsumi.htm">ilustrador japonês Katsumi Komagata</a></li><li>Colectiva de Ilustradores Portugueses : “<a style="font-weight: bold;" href="http://faroldesonhos.pt/exp_minute.htm">Animalaminute</a><span style="font-weight: bold;">”</span></li><li>Trabalhos realizado pelas crianças de Cascais sobre <a style="font-weight: bold;" href="http://faroldesonhos.pt/exp_contos.htm">Contos Japoneses</a></li></ul><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">“<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Conferências </span>do Farol” apresentando como <a style="font-weight: bold;" href="http://faroldesonhos.pt/conf_conferencistas.htm">oradores/intervenientes</a>:</p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><ul><li>Dia 12 : Isabel Alçada e Teresa calçada, João Paulo Cotrim, Barbara Scharioth</li><li>Dia 13 : Leo Pizzol, Ju Godinho e Eduardo Filipe, Barbara Brathová, Jorge Silva, <span style=""> </span>Katsumi Komagata e Elisabeth Lortic</li><li>Dia 14 Roberta Chinni, Sylvie Vassalo, Christian Bruel</li></ul><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify; font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal">Workshops:</p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Dia 12, 13 e 14 : <a href="http://faroldesonhos.pt/conf_workshops.htm"><span style="font-weight: bold;">Workshops de Katsumi Komagata</span> e associação<span style="font-weight: bold;"> “Les Trois Ourses</span>”</a> </p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><a style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;" href="http://faroldesonhos.pt/edicoes.htm"><br /></a></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><a style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;" href="http://faroldesonhos.pt/edicoes.htm">Edição de diversas obras</a>: sobre Katsumi Komagata, José Barata-Moura,<span style=""> </span>ilustradores portugueses<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><a style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);" href="http://faroldesonhos.pt/homenageado.htm">Homenagem a José Barata-Moura</a>, no dia 14, com apresentação de José Jorge Letria, seguido de interpretação de arranjo para quarteto de cordas da obra de José Barata-Moura, por José Luís Ferreira. Será apresentada uma publicação evocativa de vários aspectos da vida e obra de José Barata-Moura, e que inclui entrevista de Filipa Melo e prefácio de José Jorge Letria.<br /><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div> <p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">A inscrição, que inclui a participação em todas as conferências, dois workshops e a oferta das edições, pode ser realizada até ao dia 27 de Setembro (com um número limite de participantes).<o:p><br /></o:p></p> <p class="MsoNormal"><br /></p><p class="MsoNormal">Mais informações:</p> <p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"><a href="http://faroldesonhos.pt/conf_programa.htm">Programa detalhado</a><a href="http://faroldesonhos.pt/ondina.htm"><br /></a><a href="http://faroldesonhos.pt/conf_inscricao.htm">Inscrições</a><a href="http://faroldesonhos.pt/ondina.htm"><br /></a><a href="http://faroldesonhos.pt/organizacao.htm">Organização</a><a href="http://faroldesonhos.pt/ondina.htm"><br /></a><a href="http://faroldesonhos.pt/contactos.htm">Contactos</a><br /><a href="http://faroldesonhos.pt/images/cartaz_gr.gif">Cartaz</a><a href="http://faroldesonhos.pt/ondina.htm"><br />Mascote</a> (Ondina)<br /><a href="http://faroldesonhos.blogspot.com/">Blogue</a></p> <p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p> <p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p> <p class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1158098608434398392006-09-12T22:57:00.000+01:002006-09-12T23:26:06.673+01:00Uma ampla vaga de livros nipónicos editados no Brasil nos próximos anos (I)<span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" ><span style="font-weight: bold;">“Escrita que vem lá do Japão”</span></span><br />por <span style=""> </span>Paulo Cunha<br /><a href="http://revistaentrelivros.uol.com.br/Edicoes/17/Artigo28373-1.asp">Revista “EntreLivros”</a>, nº 17 - Setembro de 2006<br /><br /><br /> <div style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">"Mercado brasileiro se abre para a literatura produzida no Japão. Até 2007, editoras preparam lançamentos de autores contemporâneos - entre eles dois Prêmios Nobel -, em traduções diretas do original</span><o:p><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">.</span></o:p><o:p><br /></o:p></div> <div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Nos últimos anos, o mercado editorial brasileiro descobriu um novo filão: a literatura japonesa contemporânea, isto é, a produzida a partir do século XIX. Nessa leva, acaba de chegar às livrarias um pacote de peso. Nele se incluem dois romances do Prêmio Nobel <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Yasunari Kawabata</span>, outro do também premiado <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Kenzaburo Oe</span>, e a segunda edição de <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Hagoromo de Zeami</span>, uma “transcriação” de Haroldo de Campos sobre uma peça tradicional do teatro nô. Os lançamentos não devem parar por aí. Empenhada em publicar toda a obra de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Kawabata</span>, a editora Estação Liberdade anuncia mais dois livros para 2007: <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">A dançarina de Izu</span> e <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Contos da palma da mão.</span> Também em <st1:metricconverter productid="2007, a" st="on">2007, a</st1:metricconverter> Ateliê Editorial lançará <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Trajetória em noite escura</span>, de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Naoya Shiga</span>, com tradução de Neide Nagae. A Objetiva, que já publicou dois livros de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Haruki Murakami</span> (<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Minha querida Sputnik</span> e <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Norwegian wood</span>), prepara mais um para o ano que vem – comprou os direitos de Umibe no Kafka, que será lançado no Brasil com o título provisório <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Kafka à beira-mar</span>. Detalhe importante entre os lançamentos é o fato de todos terem tradução direta do japonês, fato raro até então no mercado editorial brasileiro.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Depois de publicar, em 2004, <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">O país das neves</span> e <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">A casa das belas adormecidas</span> – inspiração confessa de Gabriel García Márquez para seu Memórias de minhas putas tristes –, a Estação Liberdade lança mais duas obras fundamentais de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Yasunari Kawabata</span> (1899-1972), Prêmio Nobel de literatura de 1968. <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Kyoto</span> é talvez seu trabalho mais importante, que deu reconhecimento internacional ao escritor. Lançado originalmente em 1962, foi uma das últimas obras de<span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"> Kawabata</span> antes de sua morte, por suicídio, dez anos mais tarde. Chega agora com tradução do japonês de Meiko Shimon. Ambientado em Kyoto, no período pós-Segunda Guerra, narra a trajetória da jovem Chieko, filha adotiva de Takichiro, um comerciante de quimonos, e de sua esposa, Shige. Chieko trabalha na loja do pai e assiste à sua falência, como à de várias outras lojas tradicionais de Kyoto, em razão da mudança dos valores culturais, então influenciados pelo Ocidente. Para descrever a cidade que foi capital do Japão por mais de mil anos (entre 794 e 1868), <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Kawabata</span> desenvolveu uma profunda pesquisa, que revela na obra aspectos culturais e costumes da região, até então desconhecidos até mesmo por japoneses. A descrição de Kawabata sobre a cidade, sua mistura de estilos, sua beleza natural e datas festivas, é pura poesia.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">A tradutora, Meiko Shimon, destaca as dificuldades de passar o texto do japonês para o português. “Trazer seu mundo imaginário, escrito de uma forma um tanto vaga, muitas vezes ambígua, mas com uma linguagem bela e fluente é o mais difícil”, diz ela. Além disso, Meiko conta que Kyoto traz termos e situações tipicamente japoneses. “Não só os aspectos da cultura tradicional, quimonos, festivais, templos e santuários, habitações, costumes, como também o modo de falar, pensar e se comportar dos personagens”, diz. “Tudo isso é muito diferente para os leitores brasileiros.”<o:p></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">O outro título, <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Mil tsurus</span>, publicado originalmente em capítulos por revistas japonesas, foi escrito entre 1949 e 1951, período marcado pela reconstrução de um Japão devastado pela guerra. Saiu pela primeira vez no Brasil em 1956, pela Nova Fronteira, sob o título <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Nuvens de pássaros brancos</span>. A edição que chega agora tem tradução do japonês de Drik Sada. Fazendo da cerimônia do chá o pano de fundo da obra, <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Kawabata</span> resgata valores tradicionais, justamente no momento em que o país se defrontava com valores culturais vindos do Ocidente. O livro narra a vida de Kikuji Mitani, um jovem que reencontra duas amantes de seu falecido pai, durante uma cerimônia do chá, e acaba profundamente envolvido com elas. Nessa história em que o passado, representado pela figura do pai do protagonista, desperta sentimentos em conflito, <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Kawabata</span> demostra novamente seu profundo conhecimento da antiga cultura do Japão e enaltece a importância da arte oriental, por meio das cerâmicas seculares do ritual do chá.<o:p> "<br /></o:p></p> <p class="MsoNormal"><i style="">(continua no post abaixo)<o:p></o:p></i></p>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1158098219966984022006-09-12T22:51:00.000+01:002006-09-12T23:28:33.773+01:00Uma ampla vaga de livros nipónicos editados no Brasil nos próximos anos (II)<span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" ><span style="font-weight: bold;">“Escrita que vem lá do Japão”</span></span><br />por <span style=""> </span>Paulo Cunha<br /><a href="http://revistaentrelivros.uol.com.br/Edicoes/17/Artigo28373-1.asp">Revista “EntreLivros”</a>, nº 17 - Setembro de 2006<br /><br /><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">"Também lançado inicialmente em periódicos japoneses, entre 1982 e 1983, "<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Jovens de um novo tempo, despertai!</span>", de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Kenzaburo Oe</span>, é uma coletânea de sete histórias de ficção curtas. O autor se inspirou em versos do poeta inglês William Blake para descrever o cotidiano de um escritor de meia-idade com seu filho excepcional. Os versos servem de contraponto à trama e ecoam ao longo de todo o livro. <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Kenzaburo Oe,</span> nascido em 1935, é um dos romancistas mais populares do Japão. Sua obra compreende inúmeros contos, escritos políticos e um famoso ensaio sobre Hiroshima. Em 1967, recebeu o prêmio Tanizaki e, em 1994, o Prêmio Nobel de Literatura.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">A tradução desse livro, formado por períodos longos e frases interferentes, tomou um ano de trabalho de Leiko Godota. “Oe diz que tentou, em suas obras de início de carreira, desconstruir a língua e recriá-la. No meu entender, isso é uma manifestação vigorosa da sua imaginação, que extrapolou, por assim dizer, o âmbito do tema. Essa rebeldia, bem atenuada agora, ainda é aparente em suas obras atuais e um elemento complicador para a tradução”, avalia a tradutora.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Hagoromo de Zeami</span>: <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">o charme sutil</span> é uma “transcriação” de Haroldo de Campos (1929-2003) para um clássico do teatro japonês, que ganha agora nova edição, bilíngüe (japonês-português), pela Estação Liberdade. Foi traduzida e minuciosamente trabalhada pelo poeta, morto há três anos. O livro traz a versão integral da peça <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Hagoromo</span> [<span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">O manto de plumas</span>], do dramaturgo <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Motokiyo Zeami</span> (1363-1443), principal nome do teatro nô e considerado o maior artista do período Muromachi (1333-1573).<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Numa época em que o Japão era assolado por calamidades naturais e infindáveis guerras civis, o talento de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Zeami</span>, de apenas 12 anos, chamou a atenção do jovem xogum Yoshimitsu Ashikaga, cinco anos mais velho. Interessado pelas artes, Yoshimitsu patrocinou a obra de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Zeami</span> durante 34 anos. Isso permitiu o desenvolvimento de um novo gênero cênico, o teatro de máscaras nô. Como dramaturgo, ele escreveu mais de cem peças. A edição é caprichadíssima. Vem acompanhada do texto original, com os ideogramas (kanji), transcrição fonética e os significados literais de cada verso.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">O interesse de Haroldo de Campos pela peça vem dos anos 1950, quando iniciou seus estudos da língua japonesa. Em 1960, o poeta escreveu um ensaio sobre a obra, que foi publicado só em 1976, no livro A operação do texto. A primeira edição do Hagoromo, de 1993, ganhou o Prêmio Jabuti de tradução.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">É significativo o fato de esses lançamentos serem traduções diretas do japonês. “Traduzir diretamente do texto-fonte é o ideal, pois as perdas que estão implícitas em qualquer trabalho de tradução podem ser minimizadas, e as marcas da cultura que o trabalho literário apresenta podem ficar preservadas”, afirma Neide Nagae, que já traduziu obras de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Kawabata, Murakami e Jun’ichiro Tanizak</span><span style="font-weight: bold;">i</span>, entre outros. Leiko Godota, tradutora de diversos autores japoneses, concorda. “Por mais que o tradutor se empenhe, uma tradução é apenas uma cópia pálida do original e, portanto, cópias dessas cópias tendem a ser cada vez mais esmaecidas”, diz.<o:p> "<br /></o:p></p> <p class="MsoNormal"><i style="">(continua no post abaixo)</i><br /></p>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1158097816250633112006-09-12T22:17:00.000+01:002006-09-12T23:29:00.896+01:00Uma ampla vaga de livros nipónicos editados no Brasil nos próximos anos (III)<div style="text-align: justify;"> </div> <p class="MsoNormal"><span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" ><span style="font-weight: bold;">“Escrita que vem lá do Japão”</span></span><br />por <span style=""> </span>Paulo Cunha<br /><a href="http://revistaentrelivros.uol.com.br/Edicoes/17/Artigo28373-1.asp">Revista “EntreLivros”</a>, nº 17 - Setembro de 2006<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p>"</o:p>Para a tradutora Meiko Simon, “a maior dificuldade é a enorme distância que existe entre as duas línguas e culturas. Isso exige um trabalho intenso na transposição cultural ou recriação textual para poder adaptar à língua portuguesa”. Leiko Gotoda identifica as dificuldades de cada autor: “<span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Eiji Yoshikawa </span>é um escritor poético, emotivo, capaz de agarrar o leitor e prendê-lo com firmeza. <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Haruki Murakami</span> tem uma linguagem moderna, sui generis. Seu texto transcorre numa sucessão de frases curtas, como num fraseado de jazz, ritmo musical que o autor aprecia muito. Seus personagens, assim como seus temas, são modernos e globalizados, mas o autor nunca perde de vista o cerne, a verve poética da alma japonesa. <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Jun’ichiro Tanizaki</span> é o escritor da linguagem e do tema clássicos, tradicionais. Seu texto é claro, desprovido de ambigüidades, mas exatamente pelo fato de ser genuinamente japonês se torna difícil traduzi-lo. Ele adora falar das manifestações culturais japonesas mais tradicionais (religiosas, teatrais, festivas, musicais, artesanais, gastronômicas, arquitetônicas etc.), que levam o tradutor a gemer no momento de transpor seus detalhes para outra língua”.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">O vigor da literatura japonesa contemporânea inspira-se em uma rica variedade de fontes, desde as influências clássicas da China antiga, passando pela diversidade do pensamento ocidental, até os valores duradouros de suas próprias tradições. <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Musashi</span>, o calhamaço de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Eiji Yoshikawa </span>(1892-1962) <span style="font-weight: bold;">lançado no Brasil </span>pela Estação Liberdade em dois volumes e<span style="font-weight: bold;">m 1999</span>, é o responsável por todo esse interesse pelos escritores japoneses. Com tiragem inicial de 4 mil exemplares, o livro surpreendeu a própria editora e <span style="font-weight: bold;">ultrapassou os 60 mil volumes vendidos</span>. “A demanda visível pela literatura japonesa verificou-se a partir do lançamento de <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Musashi</span>, um <span style="font-weight: bold;">best-seller </span>apesar de seus dois volumes de <span style="font-weight: bold;">quase 2 mil páginas</span>”, diz Jo Takahashi, da Fundação Japão, uma organização vinculada ao Ministério das Relações Exteriores do Japão.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Depois dessa publicação, cresceu sensivelmente o interesse das grandes editoras por obras de escritores japoneses, principalmente os contemporâneos. “Há um componente essencial no interesse por <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Musashi</span>, que são as artes marciais e a filosofia zen, e não necessariamente o valor literário das obras, mas é inegável que ele <span style="font-weight: bold;">foi uma</span> <span style="font-weight: bold;">porta de entrada para o universo japonês</span>”, completa. A literatura contemporânea japonesa é muito apreciada na Europa e nos Estados Unidos. “No Brasil, temos um atraso no mercado editorial, que precisa ser corrigido, pois há aqui o culto aos best-sellers. A carência de bons tradutores do japonês para o português é outro problema que ainda não está resolvido”, adverte Jo.</p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><br /></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify; font-weight: bold;" class="MsoNormal">A Curiosa Génese da Literatura Nipónica.</p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">As obras literárias mais antigas do Japão exercem influência até hoje. Uma delas é o <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Kojiki</span> (Registro de casos antigos), texto em prosa que se acredita ser do ano <span style="font-weight: bold;">712</span>. Outra é o <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Manyoshu</span>, uma antologia em <span style="font-weight: bold;">20 volumes</span> de poemas compilada por volta de <span style="font-weight: bold;">770</span>. Contém <span style="font-weight: bold;">cerca de 4.500 poemas de homens e mulheres de todas as profissões e idades</span>, muitos anônimos. Os poemas são conhecidos por sua franqueza e simplicidade.<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">No período seguinte, de desenvolvimento da literatura vernácula destaca-se <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">Taketori monogatari</span> [A história do cortador de bambu], escrito por volta de <span style="font-weight: bold;">811</span>, <span style="font-weight: bold;">considerado o primeiro romance japonês.</span> Foi seguido por outras relevantes obras, como o <span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);">Genji monogatar</span><span style="font-weight: bold;">i</span> [A história de Genji], escrita por <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Murasaki Shikibu</span>, por volta de <span style="font-weight: bold;">1010</span>, romance em <span style="font-weight: bold;">54 volumes</span> que descreve o amor e o sofrimento de nobres e suas damas, bem como a aristocracia japonesa nos séculos X e XI. O famoso <span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;">haiku</span>, poema de três versos e cinco, sete e cinco sílabas, só viria a surgir no século XVII"</p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-style: italic;">Fim.</span><br /></p>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1157940331266474042006-09-11T02:55:00.000+01:002006-09-11T03:12:28.676+01:00Programação nipónica do mês de Setembro na Cinemateca Portuguesa<p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Na programação deste mês da <a href="http://www.cinemateca.pt/"><b><span style="color: rgb(51, 51, 255);">Cinemateca Portuguesa</span></b></a>, o <span style="font-weight: bold;">ciclo</span> “<span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Novo Cinema do Sol Nascente</span>” apresenta filmes estreados nos últimos três anos, provenientes de países asiáticos como o Japão, Coreia do Sul, China, Hong Kong e Taiwan.<br />Do Japão serão projectados:<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">“Ninguém Sabe”<span style="color: rgb(0, 0, 0);"> (</span>Dare mo Shiranai<span style="color: rgb(0, 0, 0);">)</span></span><br />de<span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"> Koreeda Hirokazu</span><br />com Yuya Yagira, Kitaura Ayu, Kimura Hiei, Shimizu Momoko<br />Japão, 2004 - 141 min / legendado em português<br />Com carreira iniciada na década de 90, Koreeda Hirozaku é um realizador quase desconhecido entre nós. Dos nove filmes que fez, este foi o único que Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema: Programação Setembro/06 estreou em Portugal. É a história de quatro crianças que a mãe abandona num apartamento da cidade, ficando entregue a si próprias. Baseado num facto real.<br />Sala Dr. Félix Ribeiro Qui. [<span style="font-weight: bold;">Dia 7</span>] 21:30<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Zatoichi</span> de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Takeshi Kitano</span><br />com Takeshi Kitano, Tadanobu Asano, Michiyo Ookusu, Gadarukanaru Taka<br />Japão, 2003 - 116 min / legendado em português<br />Takeshi Kitano é hoje já um "clássico", amplamente conhecido e estudado, tendo grande parte da obra estreado entre nós. ZATOICHI é uma experiência singular de Kitano, uma incursão nos filmes de samurais, indo buscar um herói popular deste género de há várias décadas, o guerreiro cego Zatoichi.<br />Sala Luís de Pina Ter. [<span style="font-weight: bold;">Dia 19</span>] 19:30<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">"Café Lumière" <span style="color: rgb(0, 0, 0);">(</span>Kochi Jiko<span style="color: rgb(0, 0, 0);">)</span></span><br />de <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Hou Hsiao-hsien</span><br />com Yo Hitoto, Tadanobu Asano, Masato Hagigawa, Kimiko Yo, Nenji Kobayashi<br />Taiwan/Japão, 2003 - 103 min / legendado em francês<br />Uma belíssima homenagem do autor de “O Verão em Casa do Avô” (Dongdong de Jiaqui), ao cinema de Yazujiro Ozu, para celebrar o <span style=""> </span>centenário do nascimento daquele célebre cineasta japonês. Hou Hsiao-hisen foi ao Japão para filmar temas de Ozu: as relações com pais idosos, os planos de casamento de uma jovem, a vida contemplativa e a presença omnipresente dos comboios, tudo num estilo pessoal e inconfundível.<br />Sala Dr. Félix Ribeiro Seg. [<span style="font-weight: bold;">Dia 25</span>] 21:30 ; Sala Luís de Pina Qua. [<span style="font-weight: bold;">Dia 27</span>] 22:00</p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p><br /><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">"O Gosto do Chá" <span style="color: rgb(0, 0, 0);">(</span>Cha No Aji<span style="color: rgb(0, 0, 0);">)</span></span><br />de<span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"> Ishii Katsuhito</span><br />com Maya Banno, Takahiro Sato, Tadanobu Asano, Satomi Tezuka<br />Japão, 2004 -143 min / legendado em francês<br />Uma estranha comédia marcada pelo absurdo e pelo onirismo. O centro do filme é Yoshiko, uma adolescente que se julga perseguida por uma dupla de si própria, em versão gigante, enquanto a mãe trabalha num filme de animação e um velho tio chega em busca de repouso.<br />Sala Dr. Félix Ribeiro Qua. [<span style="font-weight: bold;">Dia 27</span>] 19:00 ; Sala Luís de Pina Sex. [<span style="font-weight: bold;">Dia 29</span>] 22:00</p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Integrados noutros ciclos também serão projectados:<o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">"O Intendente Sansho" (Sansho Dayu)</span><br />de<span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"> Kenji Mizoguchi</span><br />com Kinuyo Tanaka, Yoshiaki Hanayagi, Kyôko Kagawa, Eitarô Shindô<br />Japão, 1953 - 85 min / legendado em espanhol<br />A história de Sansho Dayu baseia-se numa velha lenda japonesa, contada de diversas maneiras (da literatura às canções populares) a partir do século XVI. O filme de Mizoguchi baseia-se na versão escrita pelo romancista Ogai Mori, em 1915. O argumentista Yoshikata Yoda explicou que a intenção era <span style=""> </span>"elevar uma lenda popular ao nível de um drama social", o que Mizoguchi conseguiu elevando à elipse suprema uma e outra dessas origens. Um conto de fadas como origem da tragédia. Um dos seus filmes mais densos e misteriosos.<br />Sala Luís de Pina <span style=""> </span>Seg. [<span style="font-weight: bold;">Dia 18]</span> 22:00</p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p><br />“<span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">A Ilha dos Amores</span>” de<span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"> Paulo Rocha</span><br />com Luís Miguel Cintra, Clara Joana, Zita Duarte, Jorge Silva Melo, Paulo Rocha, Yoshiko Mita<br />Portugal, 1982 - 172 min / falado em português e japonês com legendas em português.<br />Compõe-se em nove cantos e é um filme inspirado na vida e obra do escritor <span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Wenceslau de Moraes</span>, que saiu de Portugal nos finais do século XIX para buscar no Japão uma “arte de viver” que conciliasse o material e o espiritual. Uma das obras mais arriscadas do cinema português, em que o trabalho de “mise-en-scène” é sobretudo realizado no interior dos próprios planos. Música de Paulo Brandão.<br />Sala Luís de Pina Qua. [<span style="font-weight: bold;">Dia 6]</span> 22:00<br /><br /></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Fonte: <a href="http://www.cinemateca.pt/fail.asp">Cinemateca Portuguesa</a><br /></p>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1157906295010853212006-09-10T17:33:00.000+01:002006-09-10T17:38:15.013+01:00Mais uma obra da literatura portuguesa chegará ao Japão: "A Espera" de Rui Zink.<div style="text-align: justify;"><span class="blacktext"></span> <p class="MsoNormal">"Camões, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, entre outros, “abriram caminho”, foram os primeiros a “despertar” a atenção dos editores japoneses, que hoje se mostram também interessados em nomes mais “recentes” da literatura portuguesa.<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">Hoje, é já possível mencionar um lote razoável de autores portugueses – não apenas clássicos, mas também modernos, contemporâneos – traduzidos na língua de Bashô e Kawabata. Miguel Torga e José Saramago, por exemplo. Mas também Rui Zink. O autor de «Apocalipse nau» vai dar-se a conhecer ao leitor japonês com uma ‘novela curta’ que escreveu em 1998 e as Publicações Europa-América publicaram, cujo título é «A Espera».<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">A notícia da tradução, em curso, deste livro foi dada há dias pela tradutora japonesa Itoko Hamasaki – e Zink, ouvido pela Lusa, confirmou-a. Itoko foi a vencedora ex-aequo, este ano, do Prémio Rodrigues, o intérprete, com a tradução de «O Crime do Padre Amaro», de Eça de Queirós. O outro galardoado foi o professor universitário Nokio Kinshichi, com uma biografia sobre o Infante Dom Henrique.<br /></p> <p class="MsoNormal">O prémio, atribuído anualmente pela embaixada de Portugal no Japão, distingue obras sobre temas e autores portugueses e traduções de livros portugueses. Formada em estudos luso-brasileiros, Itoko está já a preparar a tradução de um outro romance de Eça, «O Primo Basílio».<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">«A Espera», uma ‘novela curta’ de Rui Zink escrita em 1998, vai ser publicada em japonês, numa tradução de Takiko Okamura. “Cruzam-se na novela – explicou o escritor à Lusa – duas histórias: a caça à baleia como prática e como metáfora da literatura”. Como matéria-prima, Zink utilizou o que viu, ouviu e experimentou quando assistiu, em 1982, nos Açores, a uma caça à baleia, prática então já ilegalizada.<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">A história da tradução do livro começou há três anos quando, com outros autores portugueses, Zink participou em Tóquio em encontros numa universidade local organizados pelo Instituto Camões e Instituto Português das Bibliotecas e do Livro (IPBL). Zink levou consigo, “numa mala”, alguns dos seus livros, entre os quais «A Espera», deu-os a ler e esperou reacções. Um dos editores contactados mostrou interesse em publicar, precisamente, «A Espera».<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">Porquê «A Espera», que não é, definitivamente, o mais conhecido dos seus livros, o mais lido ou aplaudido pela crítica? A escolha terá tido a ver com o facto de a “caça à baleia” ser uma realidade familiar aos japoneses. O Japão tem, hoje, e com acesa polémica à mistura, uma das mais poderosas frotas de caça à baleia do mundo – nada de comparável à artesanal prática açoriana. “As pessoas – observa Zink – gostam de ler coisas que tenham a ver com a sua realidade, a sua experiência”.<br /></p><br />Fonte : <a href="http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710&subsec=&id=e8b9ec3e2ee8972c01f0107acbee578e">O Primeiro de Janeiro - 10-09-006</a><br /></div>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1157905655450868692006-09-10T17:26:00.000+01:002006-09-10T17:27:35.456+01:00Obras em japonês relacionadas com Portugal.<div style="text-align: justify;"><a style="font-weight: bold;" href="http://www.asahi.com/english/Herald-asahi/TKY200608250109.html"> </a><p class="MsoNormal">"Uma tradução para japonês de «O Crime do Padre Amaro» e uma biografia do Infante D. Henrique venceram a 14ª edição do Prémio literário Rodrigues, o intérprete, anualmente atribuído pela embaixada de Portugal <st1:personname productid="em Tóquio. Oito" st="on">em Tóquio. Oito</st1:personname> obras estiveram a concurso este ano.<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">A tradução é da autoria de Itoko Hamasaki, uma tradutora formada em estudos luso-brasileiros na Universidade Sophia (universidade católica japonesa) e apaixonada pela literatura portuguesa e, em particular, pelos romances de Eça de Queirós.</p> <p class="MsoNormal">A biografia – «Infante D. Henrique: pioneiro dos descobrimentos e da sua época», foi escrita por Norio Kinshichi, professor de História Portuguesa na Universidade de Tenri.<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">Os dois vencedores, distinguidos ex-aequo, vão partilhar o prémio no valor de 500 mil ienes (cerca de 3.500 euros). A cerimónia de entrega do galardão está marcada para amanhã, pelas 17h30, na residência oficial da Embaixada de Portugal.<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal"><o:p> </o:p><br /><span style="font-weight: bold;">O prémio.</span><o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">O galardão literário Rodrigues foi instituído em 1990 pela embaixada de Portugal no Japão, com base num fundo doado por um seu antigo intérprete, Jorge Midorikawa, para distinguir obras editadas no Japão, em japonês, sobre temas relacionados com Portugal ou autores portugueses e traduções de obras portuguesas. Missionário jesuíta português, João Rodrigues, que dá o nome ao prémio, viveu no Japão entre 1577 e 1610 e a sua acção no território faz dele uma figura de relevo no quadro das relações luso-nipónicas no seu começo (séculos XVI e XVII).<o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal"><o:p> </o:p><br /><span style="font-weight: bold;">Rodrigues: o intérprete.</span><o:p></o:p></p> <p class="MsoNormal">A par da sua actividade religiosa, Rodrigues trabalhou como intérprete de dois senhores feudais – Oda Nobunaga e Toyotomi Hideyoshi – e foi um dos autores e coordenador do «Vocabulário da Língua de Japam», primeiro dicionário de japonês-português, editado em 1603. São ainda da sua autoria «Arte da Língua de Japam (1608), «Arte breve da língua de Japam» (1620) e «A história da igreja de Japam» (1634)."<br /><br /></p><p class="MsoNormal">Fonte: <a href="http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710&subsec=&id=229ff271a4649ea06f38516340660e3e">O Primeiro de Janeiro - 03-09-006 </a><br /></p> <a style="font-weight: bold;" href="http://www.asahi.com/english/Herald-asahi/TKY200608250109.html"> </a></div>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1156943776929134162006-08-30T13:38:00.000+01:002006-09-01T02:37:32.946+01:00em indefinida suspensão...<div style="text-align: justify;">Este blogue vai deixar de ser actualizado nos próximos tempos. Serão dias, semanas, meses, anos, décadas?! Não faço a mínima ideia. A razão principal para esta interrupção é o facto de voltar a (tentar) escrever com certa regularidade no blogue "<span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Bibliotecários sem Fronteiras</span>" que agora muda de endereço, para <span style="font-weight: bold;">http://bsf.org.br. </span>Sim, BsF virou organização!<br />Informo ainda que este blogue (1 Minuto) vai se manter online, de modo integral. Não desejaria por nada esta 'pausa', mas a (minha) disponibilidade de tempo impôs esta decisão!<br /><br />Deixo como souvenir esta fotografia que considero ser uma admirável síntese da actual essência/vivência nipónica. A<a href="http://www.trekearth.com/gallery/Asia/Japan/photo428246.htm"> foto</a> foi tirada, no parque Shinjuku Gyoen de Tóquio, há uns meses atrás pelo meu fotógrafo de eleição do Trekearh, <a href="http://www.trekearth.com/themes.php?thid=2142">Norbert Woehnl</a>. Podem ver <a href="http://www.trekearth.com/members/nwoehnl/photos/Asia/Japan/">aqui </a>mais belas fotos do Japão, singularmente captado por este fotógrafo.<br /></div><br /><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.trekearth.com/gallery/Asia/Japan/photo428246.htm"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5841/672/1600/tokyo_japan_toquio_japao.jpg" alt="" border="0" /></a><br />mais <a href="http://static.flickr.com/51/191318417_2c4c641929_o.jpg">um giftzinho</a> que ideei -::- <a href="http://www.youtube.com/watch?v=HOB2PMrg67Q&eurl=http%3A%2F%2Fnomada%2Eblogs%2Ecom%2F">e aqui</a> em motion :_:-|-+-:-fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1156940111038859062006-08-30T12:48:00.000+01:002006-09-08T01:23:35.270+01:00Uma passagem bem radical!<div style="text-align: justify;">O parque "<span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);">Garden fo the Gods</span>", no Colorado (EUA), sendo um dos locais mais extraordinários do planeta, permite captar inusitadas fotos. A rocha da direita é conhecida como "Balanced Rock", e apesar dos seus cerca de 15 metros de diâmetro, o seu <span style="font-weight: bold;">ponto de contacto inferior é de apenas 3 metros de diâmetro</span>. A fotos foi tirada pelo meu fotógrafo de eleição do Trekearh.com, <a href="http://www.trekearth.com/themes.php?thid=2142">Norbert Woehnl</a>. Bem, se passarem lá, prego a fundo!<br /></div><br /><div style="text-align: center;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.trekearth.com/gallery/North_America/United_States/photo72501.htm"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/5841/672/1600/hpim0135a-2.jpg" alt="" border="0" /></a><span style="font-weight: bold;font-size:85%;" >(<a href="http://www.trekearth.com/gallery/North_America/United_States/photo72501.htm">clicar para visualizar em maior formato</a>)<br /><br /></span><div style="text-align: left;"><a href="http://www.tufox.com/jim/digipix/BalancedRock.jpg">Uma foto captada do lado oposto</a><br /><a href="http://www.geocities.com/Heartland/Trail/8119/balancedrock.html">A história da famosa "Balanced Rock"</a><br /></div></div>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1156714072949423122006-08-27T22:22:00.000+01:002006-08-27T22:28:44.420+01:00Reverberações sobre Wenceslau de Moraes.<div style="text-align: justify;">Gostei da alusão que a Azuki efectuou, na <a href="http://leiturapartilhada.blogspot.com/">Leitura Partilhada,</a> ao estimado "<span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Wenceslau de Moraes</span>" .</div>fernando_vilarinhohttp://www.blogger.com/profile/14008067670604998836noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-11310271.post-1156682017595416942006-08-27T13:28:00.000+01:002006-08-31T22:41:24.486+01:00Porto é cidade de terceira dimensão na Península Ibérica!<div style="text-align: justify;">O Porto é uma cidade em estado de pré-coma demográfico (e não só) há muitos anos. Dificilmente deve existir cidade em Portugal que o estado tenha insuflado tanto oxigénio (€€€€€€) nas últimas décadas. O Porto sem a muleta do estado, simplesmente, estacava.<br /></div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Desde 1984 que a população da cidade tem caído a pique. Contava nesse ano (1984) com 341 mil hab. Hoje, passados apenas 22 anos, tem 233 mil hab. E o pior é que a queda é cada vez mais acentuada. <b style=""><a href="http://jn.sapo.pt/2006/08/27/porto/porto_perdeu_mil_residentes_quatro_a.html">Só nos últimos quatro anos o Porto perdeu 30 mil residentes.</a></b> Quando pensávamos que já não podia descer mais, ainda mais desce (13ª lei de Murphy).<br /></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal">Há muito que o concelho de Gaia ultrapassou o do Porto em população, mas o mais caricato vai ser daqui a uns anos observar a cidade de Gaia a albergar mais habitantes que a do Porto. Aí o Porto perderá evidente legitimidade de ser sede da AMP. E isto não é pior <span style=""> </span>enquanto o balão de oxigénio do Estado persistir…</p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><br /></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p></o:p>Já na Ibéria o Porto afigura-se cada vez mais como uma aldeola…<br />No momento é apenas a vigésmo cidade da Ibéria, e tendo como vizinho um país com uma da <a href="http://www.expatica.com/source/site_article.asp?subchannel_id=83&story_id=10759&name=The+real+Spaniards+-+in+figures">mais elevadas taxas de envelhecimento do mundo!</a></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"><br /></span></p><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);font-family:verdana;" >População 2005</span><br /></p><div style="text-align: justify;"> </div><p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"><o:p> </o:p><br /><span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;">Cidades de 1ª dimensão (+ de 1 milhão de hab.):</span><o:p><br /></o:p></p><div style="text-align: justify;"> </div><ul><li>Madrid 3.155.